O País das Maravilhas está dentro de nós: é onde enfrentamos os medos

Uma história fantástica sobre como enfrentar os nossos medos. Foi essa a principal interpretação que os alunos do Curso de Comunicação e Expressão de CETECC fizeram de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll.

A cada turma deste curso os alunos estudam um clássico da literatura. E para aprimorar a capacidade de análise, comparam cada capítulo do livro ao trecho equivalente de um filme com base na mesma obra.

No segundo semestre de 2016, a história escolhida foi a de Alice, adaptada para o cinema por Tim Burton. As diferenças entre as duas versões aumentaram o desafio, mas os alunos do CETECC demonstraram uma compreensão profunda da mensagem, o que é um dos objetivos do curso.

Anaíde Alves Porto apresenta a obra a quem não conhece. “No livro, Charles Lutwidge Dodgson, conhecido como Lewis Carroll, conta a história de Alice ainda criança. Uma menina sonhadora e com muitos medos, que faz uma estranha viagem num mundo subterrâneo e vive muitas aventuras com alguns animais falantes: o Coelho Branco, a tartaruga falsa, o grifo e outros. Tinha também o chapeleiro, que não era um animalzinho falante e sim um homem”.

Teresa Sonhos dá mais alguns detalhes. “Alice fazia companhia à irmã que estava lendo um livro. Ao ver um Coelho branco com um relógio no bolso, corre atrás dele, cai na sua toca e encontra várias portas e uma chave. Depois de beber um líquido e diminuir, ela entra em um mundo em que os animais falam. De volta ao tamanho natural, vive aventuras imaginárias”.

Retornamos para Anaíde, que aponta o diferencial da versão cinematográfica. “No filme, Alice volta já adulta ao País das Maravilhas e revive toda a história, com a missão de matar o Jaguadarte”.

Apaixonada pelos livros desde a infância, no interior de Pernambuco, Anaíde conclui: “É uma história que diz muito sobre os nossos medos particulares. Matar o Jaguadarte significou para Alice matar os seus medos, portanto, também os nossos”.

Cuidado com as armadilhas

Ana Hellen Guedes segue a interpretação na mesma linha. “Entendi que os sonhos devem ser seguidos, descobertos e conquistados, mas que, para isso acontecer, por mais íntimo que os mesmos sejam, é preciso enfrentá-los e tomar cuidado com as armadilhas que todo o percurso pode apresentar”, diz.

E o desafio da protagonista, afinal, era também de entendimento, como o dos alunos. “Alice procurou descobrir o que o sonho dela realmente era e o que precisava fazer para que soubesse ao menos interpretar seus desejos”, analisa Ana Hellen.

A jovem estudante de Educação Física decifra a personagem: “Desvendando os mistérios, enfrentado seus medos e descobrindo qual é o real sentido das coisas em sua vida. Prazer, Alice”.

Aprendendo com os erros

Para Renata Guedes, a obra deixa lições marcantes até para os desafios do trabalho e cita um exemplo. “O aprendizado nas entrelinhas do texto é que devemos aprender com os próprios erros. E que devemos encarar de frente os nossos medos para poder evoluir e crescer como ser humano e até mesmo profissionalmente. No filme, o Chapeleiro Maluco enfrentou o medo da rainha e fez vários chapéus para ela, mesmo sabendo que era exigente e podia mandar lhe cortar a cabeça, caso não a agradasse”.

Perguntada se mudaria algo na história, Renata gostaria que o filme terminasse com a Rainha Vermelha e a Rainha Branca se entendendo. “A Rainha Vermelha não aceitou que não houvesse luta entre a Alice e o Jaguadarte, mostrando toda a maldade que a inveja pode causar, afastando duas irmãs”, avalia.

Que caminho tomar?

André Macário achou a obra espetacular e destaca o famoso diálogo entre Alice e o Gato de Cheshire, também conhecido como o gato que ri. Alice pergunta qual era o caminho para sair daquele lugar. Ele responde: ”Isso depende de onde você quer chegar”. Ela diz que “o lugar não importa muito”. E o gato conclui: ‘Então não importa que caminho você vai tomar”.

Para André, o mesmo pode acontecer com qualquer um de nós. “Sempre queremos chegar a um lugar, mas nem sempre não sabemos qual”.

O mais importante é a descoberta feita por ele após essa aventura. “Há um País das Maravilhas dento de cada um de nós, basta a gente acreditar”.

O poder da imaginação

Fátima Anabel elogia a habilidade de Lewis Carroll em nos conduzir por uma história densa de forma divertida. “O autor narra a imaginação de uma criança, mostrando um mundo de Ilusão e ao mesmo tempo de muito medo. Ele nos envolve, fazendo com que todos levemos para a maturidade a criança que existe em nós neste mundo de imaginação e desafio, mostrando bem o lado do medo, que é algo que muitas vezes nos prejudica pela vida afora”, diz.

Anabel ressalta a força da imaginação. “No texto, Alice enfrenta todas as dificuldades ao seu modo de criança. É uma história infantil mostrando que, mesmo na maturidade, precisamos ter nosso mundo de imaginação e desafios, e que aprendemos sempre trabalhar com o medo que existe em todos nós”, afirma.

Mudando de tamanho

Ana Lúcia dos Anjos adorou a experiência de ler trechos do livro intercalados com cenas do filme. “Foi ótimo assistir o filme com o livro, porque compreendemos melhor a leitura e não fica cansativo”, afirma.

Ela elogia a viagem que Lewis Carroll proporciona ao leitor.  “O livro faz com que viajemos para o paraíso com Alice. Ele nos faz sentir parte da história e imaginar os lugares que a Alice esteve. Isso é surreal!”, encanta-se.

Também chamaram a atenção de Ana Lúcia as mudanças de tamanho da Alice ao longo da história. “Seria tão bom se pudéssemos mudar de tamanho dependendo da situação”, diz.

E ela dá uma sugestão nova para o final do filme. “Faria o casamento de Alice com o Chapeleiro. Parece que ele se apaixonou por ela. Os dois fariam um lindo par romântico”, acredita.

Uma menina sábia

Natividade ficou admirada com duas características marcantes da protagonista. “Alice é uma menina muito sábia nas histórias com os personagens e muito divertida”.

Já Geovana Martins Rezende preferiu a Alice crescida do filme. “Porque quando ela é criança a gente fica em dúvida se é tudo imaginação, mas quando ela adulta achamos que é realidade”.

Cristiane Martins Santos ressalta sua preferência. “O que mais gostei do filme foi quando Alice vence o medo e enfrenta o dragão”.

Ela não mudaria nada na história “Foi uma fixação”

Teresa Sonhos resume a sensação de todos ao final da leitura. “É uma história infantil, mas os adultos gostariam de estar nela, vivendo essas aventuras”.

E Anaíde dá a sentença final: “Eu cortaria a cabeça da Rainha de Copas”.

 

 

Nikko Shonin e a missão do discípulo

Por Marystela Rocha Francine Rocha

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O budismo conta com diversas ramificações. Uma delas é a doutrina maaiana. Dentro desta doutrina, há diversas linhas e eu sigo uma delas, que foi fundada pelo mestre Nichiren Daishonin, monge que viveu no Japão no século XIII.

Os praticantes do budismo de Nichiren fazem uma oração diária chamada Daimoku e no Gongyo. No final da Oração  devotamos nossa gratidão a Nikko Shonin, que foi o principal discípulo do mestre Nichiren Daishonin.

Nikko Shonin nasceu no dia 8 de março de 1246, na pequena vila de Kaje Kasaul, perto do rio Fuji, no Japão. Quando ele era criança, seu pai faleceu, sua mãe casou-se novamente e ele foi criado pela sua avó materna. Aos 7 anos de idade, entrou para o sacerdócio e se dedicou aos estudos da escola (Tendai) de chinês clássico, literatura japonesa, poesia, caligrafia, entre outras matérias.

Em 1258, quando Nikko tinha apenas 13 anos, foi designado para auxiliar um sacerdote chamado Nichiren. O mestre buscava nos sutras* esclarecimentos da causa das calamidades que assolavam o Japão naquela época e assim conseguir provas para fundamentar sua tese sobre o estabelecimento do ensino correto, para a paz da nação.

Nikko ficou impressionado com os conhecimentos de Nichiren Daishonin e sua profunda compreensão sobre os ensinamentos budistas e decidiu tornar-se seu discípulo. Nikko acompanhou Nichiren em todos os seus exílios à península de Izu e à ilha de Sado. Ajudou o mestre a escrever várias teses e compilou as preleções sobre o Sutra de Lótus,

proferido pelo seu mestre. Ele se dedicou intensamente à propagação do budismo de Nichiren Daishonin.Aos 61 anos de idade, sentindo a aproximação de sua morte, o mestre Nichiren designou Nikko Shonin como seu legítimo sucessor, por meio de dois documentos de transferência escritos em setembro de 1282 e em 13 de outubro de 1282, dia de sua morte.

Após o falecimento de Daishonin, dos seis sacerdotes seniores que juraram proteger o Verdadeiro Budismo, somente Nikko Shonin compreendeu profundamente a verdadeira intenção do Buda Original e preservou seus ensinos com pura fé, criando a base para apropagação, e os transmitiu às futuras gerações.

Além disso, criou várias gerações de discípulos herdeiros do espírito de Daishonin, que dariam continuidade aos ensinamentos de seu mestre. Por essa razão, Nikko Shonin representa a figura do sacerdote no conceito dos três tesouros do Budismo de Nichiren Daishonin. Nikko Shonin faleceu no dia 6 de fevereiro de 1333, 24 dias após escrever “Os Vinte e Seis Artigos de Advertência”, que contêm as orientações para os futuros discípulos que herdaram o verdadeiro espírito de Nichiren Daishonin e asseguram a realização do Kossen-rufu (paz mundial).

A importância do Sutra de Lótus Sutra (सूत्र em sânscrito) é um substantivo derivado do verbo √siv, que significa costurar. Entre outros pontos em comum da ramificação maainaa, a linhagem do mestre Nichiren afirma que o Sutra do Lótus torna os demais sutras budistas verdades parciais. Os ensinamentos anteriores teriam sido proferidos por Sidarta Gautama em caráter provisório, de acordo com a capacidade dos ouvintes, enquanto que, no Sutra do Lótus, Buda profere seus ensinos a partir de um ponto absoluto, definitivo. O Sutra de Lótus expressa que: Dentre os sutras, este é o rei soberano”. Outro tópico essencial do budismo de Nichiren é a utilização de um único mantra, Nam-myo- ho-ren- gue-kyo, que, em uma tradução simples, significa “Devoto-me à lei mística do Sutra da lei maravilhosa da flor do Lótus”, mas cujas sílabas desdobram-se em outros significados.

O daimoku (como é chamado o mantra) encerraria, em si, a lei do universo e despertaria a natureza de Buda em quem recita. Portanto, outro pilar da fé nos ensinamentos de Nichiren seria o poder de atingir o estado de Buda na existência atual e, através da disseminação dos ensinos (Shakubuku), buscar a paz mundial (kosen-rufu).

Por isso, em um mundo de valores invertidos, precisamos mais do que nunca elevarpersistentemente o brado da verdade e da justiça. A missão do discípulo é vencer e mostrar aprova real do correto ensino, assim como fez Nikko Shonin.

Link do Sutra do Lótus

O Embate Final de Moby Dick Contra a Vingança

Por Renata Guedes

Moby Dick trata da grande obsessão de um homem contra um ser “irracional” e da ganância de homens que, para ganhar um dobrão prometido, abraçaram esta causa, embarcando no navio Pequod atrás deste cachalote.

Nesta aventura, alguns tinham ciência de que talvez não voltariam, se continuassem com esta loucura. Outros estavam totalmente envolvidos na loucura do capitão Acab e quiseram ir até o fim. Mas não ganharam nada com isto. O dobrão tão almejado foi para o fundo do mar juntamente com suas ganâncias e obsessões, se salvando apenas Ismael para contar esta história.

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A mensagem identificada por mim foi a de que devemos ter o crivo da razão, não dizer amém a tudo que nos mandam realizar, se isso vai contra nossos princípios e convicções. Mas isso não foi feito. Todos poderiam dar um fim na vingança de Acab. Respeitar a hierarquia é importante, desde que não comprometa sua integridade física.

Também o egoísmo se apresentou muito forte nesta história. Disseram amém e seguiram juntos e não pensaram nos seus, que ficaram em terra firme, aguardando o grande dia do retorno do Pequod.

Eu gostei muito desta história pelo fato da baleia não ter morrido por causa de vingança, obsessão e ganância do homem, mostrando que não devemos invadir espaços que não são nossos, a não ser que sejamos convidados e não foi esse o caso.

Eu mudaria o final, no momento em que morreram todos, menos Ismael. Acredito que deveriam sobreviver todos que eram contra a vingança do capitão, mostrando que a vingança só faz mal a que tem este sentimento.

 

 

EAD, Futuro da nova educação?

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Por Lucas Vinicius

O ensino à distância no Brasil está crescendo (veja a evolução em milhões na tabela abaixo). A quantidade de cursos vem aumentando e isso faz com que as pessoas fiquem mais interessadas em saber sobre o assunto.

A graduação à distância vem sendo muito procurada principalmente pela flexibilidade no horário e também pelos preços mais acessíveis em relação ao ensino presencial. Essas vantagens para quem tem a agenda cheia está sendo um dos pontos fortes para se formar no curso desejado.

Apesar de responder por apenas 3,6% do total de cursos de graduação oferecidos no país, a EAD é a modalidade de ensino que mais cresceu no Brasil nos últimos anos. Só entre 2011 e 2012, de acordo com dados do Censo da Educação Superior do MEC/Inep, o aumento no número de matrículas foi de 12,2%, enquanto nos cursos presenciais esse índice ficou em torno dos 3%. A EAD também já responde por 19,7% dos ingressantes e 16,6% dos concluintes da Educação Superior.

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Site do gráfico: www1.folha.uol.com.br/

 

Reconhecimento do MEC nos cursos EAD

Todo ano milhares de novos cursos superiores são reconhecidos pelo Ministério da Educação e Cultura. As matrículas de bacharelado, licenciatura e cursos superiores tecnológicos à distância já somam mais de um milhão, de acordo com o último Censo da Educação Superior, divulgado em 2013.

A licenciatura é o grau com mais alunos EAD, seguida pelos cursos superiores de tecnologia (tecnólogo) e bacharelado. A maior parte dos alunos de graduação EAD estuda em faculdades privadas. Veja quais são os cursos mais procurados no país, segundo o MEC.

  1. Pedagogia
  2. Administração
  3. Serviço social
  4. Competências Gerenciais
  5. Ciências Contábeis
  6. Gestão de Pessoal/Recursos Humanos
  7. Administração Pública
  8. Letras – Licenciatura
  9. Matemática – Licenciatura
  10. Biologia – Licenciatura

O ensino a distância vem sendo mais considerado, muitos dos cursos estão sendo agora reconhecido pelo MEC, o reconhecimento é porque estão aumentando a quantidade de cursos e a qualidade ano a ano.

 

Diferencial do ensino à distancia

Os cursos a distancias tanto os alunos quantos os professores não precisam estarem juntos em uma sala com horário marcado, as aulas são feitas de casa não necessariamente com professores e alunos juntos as atividades são feitas pela internet, mas as provas são presenciais (Mesmo a distância, o Ministério da Educação exige que as avaliações sejam feitas na instituição), as frequências são contabilizadas por atividades feitas. Também é bom saber que tanto a graduação a distância quanto a presencial tem a mesma carga horaria.

Conclusão

EAD é uma boa opção para quem tem pouco tempo livre já que a maioria das vezes quem estuda pode fazer praticamente tudo no computador, como o ensino a distância também é reconhecido pelo MEC, não há diferença nos diplomas emitidos pelos cursos presenciais ou a distância, ambos tem a mesma validade para comprovação de título, no diploma não informa sobre qual foi a modalidade em que o curso foi concluído, então mesmo quando alguém que conclui o curso a distância tem o mesmo valor de quem fez a faculdade presencial.

Comemos apenas para suprir as necessidade fisiológicas de nosso corpo?

Por Ana Hellen Guedes

ObOB

A obesidade é uma doença. Este texto oferece informações sobre como o aspecto psicológico pode levar alguém à obesidade.

De acordo com a pesquisa realizada em 2013 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com Ministério da Saúde, identificou-se que 60% dos brasileiros estão acima do peso, dado esse que envolve parte considerável da população desde as crianças até os idosos.

O mesmo instituto ainda afirma que  “nem sempre estar abaixo do peso indica desnutrição. A desnutrição também pode estar presente na obesidade, quando faltam os nutrientes necessários”. Ou seja, quando uma pessoa em sua dieta cotidiana passa a consumir alimentos pouco nutritivos, como gorduras e frituras, no lugar de alimentos saudáveis, como arroz, feijão, frutas, verduras e legumes. Essas circunstâncias de desnutrição podem ser decorrentes de outros fatores também, como os aspectos genéticos, ambientais e psicológicos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a população mundial vive em países onde o sobrepeso e a obesidade matam mais do que condições relacionadas com o baixo peso.

Uma pessoa obesa não está nessa condição porque simplesmente quis assim. O consumo exagerado pode nascer de um hábito em consumir alimentos hipercalóricos sem muitas preocupações com as consequências futuras. Essa mesma pessoa, talvez tenha um pouco de consciência sobre o que isso pode acarretar.

Mas o porquê da continuidade, se tudo em demasia corre riscos de trazer consequências desagradáveis?

Alguns especialistas acreditam que seja a dificuldade de lidar com as emoções, principalmente as traumáticas como os de frustrações, medos, inseguranças, preocupações, que estimulam a procura por coisas externas para suprir as tensões diárias.

Nesse caso, a comida é um álibi não favorável, pois o consumo dela para melhorar esses aspectos emocionais pode não ser eficaz.  A função do alimento é nutrir as  necessidades físicas de nosso corpo e não as  do emocional. Sendo assim o excesso pode acarretar outros problemas de saúde como por exemplo, Diabetes Tipo 2, doença cardíaca, pressão alta e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

“O pior cárcere não é o que aprisiona o corpo, mas o que asfixia a mente e algema a emoção” (Augusto Cury).                                                                                                    

Portanto, procure dar para seu corpo aquilo que ele necessita, não mais que isso. A comida deve contribuinte apenas para suprir as nossas necessidades. Deixe cada pequena informação sobre o assunto  te esclarecer e auxiliar no processo de mudança de hábito.

Libere  suas emoções, gaste a energia carregada e absorva as leves. Não permita o excesso  e assim seu corpo agradecerá com longos anos de vida.

Boa Sorte!

Referências:

http://veja.abril.com.br/saude/ibge-mais-da-metade-dos-brasileiros-esta-acima-do-peso/   http://www.valparaiso.sp.gov.br/site/secretaria-de-saude-realiza-projeto-setembro-vermelho/

A vingança de um, o veneno de todos

 

mobyfinalblue.jpgPor Lucas Vinicius

Moby Dick é uma história em torno da ambição de um líder que sabe como convencer seus marujos a ir atrás de vingança só dele. A história é de um capitão que foi atacado por uma baleia. Esse monstro atacou o líder Acab que ficou sem uma das pernas, isso fez com que ele ficasse com vontade de se vingar da baleia, que era conhecida como Moby Dick, o monstro dos mares.

Acab controlava seus marujos sabendo o ponto fraco de cada um. Todos queriam ser ricos e ter algo de valor, menos Starbuck, o único que tinha consciência do risco que estava correndo. Starbuck era o primeiro imediato do capitão, um amigo leal que ao decorrer da história foi o único que tentou parar Acab.

A história é muito boa. Só que com pessoas muito inocentes.  Ismael foi um deles, um professor que resolveu se aventurar nos mares caçando baleias em busca de emoção e acabou sendo uma das marionetes de Acab.

Uma das coisas que não me agradou foi o final da história. Starbuck, o único que enfrentou o capitão, não conseguiu voltar para a sua família que era o que ele mais desejava. Isso e a única coisa que eu alteraria no final da história, mas, mesmo assim, os acontecimentos são sensacionais, tudo em perfeita sincronia.

Vingue-se ou morra tentando

Por Marystela Francine Rocha Santos

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O clássico Mody Dick retrata muito bem como os valores se perdem por obsessão e interesses criados ele nossa mente. É fazer uma missão em busca do incerto por um triunfo pessoal sem lucidez. Na história se confirma que segunda chance é só no vídeo game.

Afinal, Moby Dick é vilão ou mocinho nessa história?

Ter opinião e dizer não em algumas circunstâncias é essencial, levando em consideração até mesmo a hierarquia que muitas vezes nos poda e nos limita de manifestar a nosso desejo e opinião.

Quando você não age por seus próprios ideais e princípios, haverá alguém que fará isso por você. Essa é, para mim, a mensagem principal do clássico Moby Dick. Todos precisam entender aquilo que é mais importante para si.

Até que ponto o nosso objetivo de vida pode ser outra coisa e não a própria felicidade?Arriscar a própria vida por uma satisfação externa? Não se trata de ser só uma baleia. Pode ser qualquer coisa: pode ser um carro, uma casa e etc.

Uma coragem cega, sem medidas leva à loucura? Nem tudo que brilha é relíquia nem joia. E mesmo com toda a tragédia, o Capitão Acab cumpriu uma de suas promessas, pois falou que seus tripulantes iriam fazer parte da história e que ficariam eternizados pela sua coragem e isso se cumpriu. O que mais gostei na história foi a coragem do capitão em abrir mão da sua própria família, por uma obsessão que era só sua.

E seu poder de persuadir e manipular as pessoas pelo seu desejo, sua intuição de ir em busca do monstro dos mares, onde sentia que eles eram um só. O tamanho do obstáculo, do desafio, do monstro de nossa mente, é sempre maior do que realmente é!

Ser mestre não significa ter razão absoluta

Por Ana Hellen Guedes

Moby Dick é uma história que traz ao leitor um questionamento sobre até que ponto chega um ser humano induzido por um sentimento, nesse caso o da vingança, para alcançar um objetivo.

Os capítulos mostram que esse sentimento específico motivou um líder a levar seus discípulos e a si para um dos piores ou o pior final que existe, a morte.

O   objetivo ali na missão era único e de interesse apenas do capitão: matar uma baleia (Moby Dick) que tinha arrancado sua perna anos atrás, por instinto e sobrevivência. Mas esse líder esqueceu de zelar pela segurança e ter o mesmo respeito que seus liderados tinham para com ele.

Portanto, foi notório que é preciso analisar e repensar todas as circunstâncias de uma ação como aquela; análise que foi ignorada por conta de um objetivo que era único, egoísta e insano.

A mensagem mais marcante é a de que nossos sentimentos nem sempre devem ser levados tão a sério, principalmente os que levam a nós e aos nossos a caminhos sombrios.

No livro, o sentimento negativo de vingança foi alimentado até suas últimas consequências, envolvendo homens que estavam ali apenas por lealdade e obediência, virtudes essas que não foi suficiente para o capitão repensar suas atitudes e esquecer sua cede de vingança. Como já diziam “ a vingança nunca é plena, mata a alma e envenena”.

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O não repensar levou a trama para um dos melhores desfechos e a conscientização que não poderia ser esquecida pelo homem: a importância de que a natureza, sem dúvidas, é maior que o ser humano e que, mais cedo ou mais tarde, ela sempre supera a vontade um tanto incorreta que temos de modificá-la para evoluir as várias áreas de nossa vida terrestre.

Os homens que embarcaram nessa missão, apesar de serem conservadores e de respeitarem seu mestre acima de quaisquer que fossem suas vontades e intuições diante da morte, talvez se tivessem tentando parar o capitão de alguma forma, prendendo-o e voltando para casa por exemplo, teriam um final mais digno. Mas ninguém sabe qual realmente tinha que ser o final   daqueles homens, então, qualquer mudança no que foi escrito é referente ao que cada um acha certo ou não, induzidos por sentimentos e valores pessoais.

 

O corpo precisa de cuidados depois do 50

Por Renata Guedes

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Envelhecer com qualidade de vida, o grande dilema do novo século no Brasil. O envelhecimento traz conquistas afetivas, emocionais, materiais, mas traz também consequências como a perda da sensibilidade, do controle sobre os movimentos e suas aplicações em atividades diárias básicas como alimentar-se e vestir-se. É neste contexto que se destaca a aplicação da Fisioterapia Geriátrica.

Mas antes vamos entender o que é a fisioterapia: uma ciência da área da saúde voltada para o entendimento da funcionalidade do organismo. Ela estuda, diagnostica, previne e trata os distúrbios de movimentos decorrentes de alterações de órgãos e sistemas. É um campo de atuação que busca a reabilitação dos pacientes. O tratamento surgiu há 48 anos no contexto da Segunda Guerra Mundial, por conta das deficiências e comprometimentos físicos causadas nos campos de batalha.

Existem alguns tipos de fisioterapia, veja quais são:

Cinesioterapia: é um método de tratamento realizado através de alongamentos e exercícios para fortalecimento, mobilidade. Esse tipo de fisioterapia é a que todo mundo conhece, mas, geralmente é associada a outros tipos de tratamento.

Crioterapia: é o tratamento fisioterapêutico feito com o frio, seja compressa de gelo, imersão, varredura, entre outros. Esse método serve para tirar a dor, reduzir edema, reduzir inflamações e ainda provoca estímulos neuromuscular.

Eletroterapia: mais conhecida como fisioterapia do choque, variando intensidade e frequência. Tem efeito analgésico, regeneração de tecido vascular e excitação neuromuscular.

Fototerapia: método feito através da luz, o efeito desse tipo de fisioterapia é o reparo do tecido, reduz inflamações e efeito analgésico.

Hidroterapia: fisioterapia feita na água, pode ser ela quente ou fria, ajuda na mobilidade e relaxamento muscular.

Respiratória: método para reabilitação da saúde do sistema respiratório, através de tosse assistida, drenagem postural, pressão expiratória, vibração manual, entre outros.

E entre todas estas mencionadas acima existe a Fisioterapia Geriátrica, que tem como objetivo a realização de atendimento global do paciente. O tratamento é iniciado com uma avaliação e o foco tratamento é o treino de equilíbrio e marcha; com ganho de força muscular, flexibilidade e propriocepção; prevenção de quedas por meio de orientações e adaptação ambiental; e muitas outras condutas de acordo com as necessidades de cada idoso. Porém idade não significa debilidade.  E a geriatria é a especialidade médica que trata não só a doenças de idosos bem como tem por objetivo prolongar a vida com saúde dentro de suas possibilidades.

Recentemente, eu mesma, tive uma experiência com um tratamento fisioterapêutico e descobri, por meio de exames, que possuo três hérnias de disco. No momento do tratamento me deparei com muitos idosos que faziam exercícios que eu não conseguia fazer. Detalhe: tenho 37 anos. Descobri que o período que se faz o tratamento é que determina sua capacidade de execução e não a idade.

Importância da prevenção

O envelhecimento da população brasileira é um grande desafio para todos nós, pois vivemos em um país na qual ainda temos diversos problemas estruturais para serem resolvidos, como o sistema de saúde público, que é deficitário, um ensino básico de baixa qualidade, entre outros. E isso reflete na qualidade de vida das pessoas.

E o mais indicado para quem tem mais de 50 anos é a Fisioterapia Geriátrica, que busca a prevenção e a manutenção das funcionalidades da pessoa, embora não seja necessário apresentar problemas como dificuldade locomotora causada por problemas musculares ou nas articulações.

Sua aplicação pode se fazer necessária tão cedo quanto sejam percebidos os sinais da perda da sensibilidade. E este tratamento permite ainda proporcionar à pessoa a melhora na sua qualidade de vida, aproximando-o da superação das suas limitações. A melhora é notável em sua capacidade de locomoção e equilíbrio, aumenta a força muscular e as funções da memória da pessoa.

Números

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o Brasil está envelhecendo, mais rápido do que se imagina, duplicará a ponto de quase triplicar até 2050 e a porcentagem de pessoas com mais de 60 anos no país cresce acima da média mundial, por aqui, a porcentagem atual, de 12,5% de idosos, deve alcançar os 30% até a metade do século.

Ou seja, logo seremos considerados uma nação envelhecida. Por esse motivo, podemos nos prevenir da melhor forma no que se refere à saúde física, para mantermos autonomia de ir e vir, sem tantas complicações e dificuldades que se agravam com o passar do tempo.

Quer saber mais:

http://fisioterapiamanual.com.br/blog/areas-da-fisioterapia/fisioterapia-geriatrica/ 01.04.17

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/fisioterapia/a-importancia-da-fisioterapia-na-terceira-idade/57872       08.04.17

 

A vingança não traz benefícios

Por Terezinha Lima

Moby Dick é uma história que fala de um cachalote branco enfurecido, que já foi ferido por baleeiros. O narrador foi revolucionário naquela época. Tudo começa quando Ismael resolve pescar baleias. Antes do embarque o jovem é avisado por um homem que o capitão é louco e que tem um amor doentio pela Moby Dick.

A cachalote tinha arrancado a perna do capitão Acab. Mesmo assim Ismael entrou no navio, acompanhado canibal Queequeg e outros, atrás de Moby Dick.

A parte mais impactante do filme é a morte do capitão. Isso porque ele morreu em virtude da sua vingança obsessiva pelo monstro.

Na minha opinião, Moby Dick poderia ter matado somente o capitão, já que a obsessão era somente dele.Mobi dick

A Importância dos carros elétricos para o meio ambiente nos próximos 20 anos

Por Washington Gomes

O carro elétrico assumiu o status de um dos símbolos da preservação ambiental e luta contra o aquecimento global já que, segundo o entendimento popular, não emitem gases prejudiciais ao meio ambiente ou à saúde. Com isso o carro elétrico também é associado a alta tecnologia pela indústria automobilística nos dias de hoje.

Mas o que é um veículo elétrico?

Veículo elétrico é um tipo de veículo propulsionado por um motor elétrico, para transportar ou conduzir pessoas, objetos ou um tipo de carga específica. Os carros elétricos diferenciam dos veículos usuais pelo fato de utilizarem um sistema de propulsão elétrica e não a solução comum de motor de combustão interna. O motor elétrico usa energia armazenada em baterias recarregáveis, que depois é convertida em energia elétrica para alimentar um motor que fará a sua conversão em energia mecânica, possibilitando que o veículo se mova.

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Modelo elétrico de 1909 sendo recarregado. Fonte: vehiclepassion.com 

A invenção do veículo eléctrico é atribuída a várias pessoas. Em 1828, Ányos Jedlik, um húngaro que inventou um tipo primitivo de motor elétrico, criou um pequeno carro modelo alimentado por seu novo motor. Porém entre 1832 e 1839, Robert Anderson da Escócia inventou um carro elétrico que usava uma bateria recarregável alimentada por um pequeno motor elétrico onde o veículo era pesado, caro e precisava frequentemente de recarga o que não era nada vantajoso para a época. O veículo elétrico dominou os EUA no início do século XX. No entanto, foram superados pelos automóveis a gasolina produzidos pela Ford, que por causa do baixo preço e bom desempenho, conquistaram o mercado e deixaram os carros elétricos de lado.

Diferenças entre os motores

Nos motores elétricos é a energia elétrica quem faz o motor girar, utilizando-se o conceito da indução eletromagnética. Este efeito ocorre quando uma corrente elétrica passa por um fio. Ao passar por este fio a corrente elétrica gera ou induz um campo magnético. O motor elétrico de um carro.  Um exemplo de um motor elétrico são os encontrados em bombas de água, aspiradores de pó e outros eletrodomésticos. Eles não emitem gases. O que alimenta o motor é um conjunto de baterias que são constantemente recarregadas.

O motor de combustão, de outra maneira, funciona pela reação entre o combustível (diesel, gasolina, etanol, biodiesel), oxigênio e calor. Dentro de um motor a combustão interna estes três elementos são misturados em certas proporções e temos como resultado uma ‘explosão‘ extremamente controlada, que como resultado gera energia cinética – movimento. Além do movimento alguns elementos químicos são gerados pela mistura dentre eles Monóxido de Carbono (CO), Dióxido de Carbono (CO2), Dióxido de Enxofre (SO2), material particulado (fuligem) e outros. Estes elementos podem variar dependendo do tipo de combustível, de sua qualidade e da regulagem do motor.

As Principais Vantagens do veículo elétrico

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http://www.veiculoeletrico.blog.br/2016/02/volkswagen-prepara-carro-eletrico.html 

Diminuição drástica dos resíduos poluentes, energia de fonte renovável, melhor eficiência energética, condução mais agradável por ser bastante silencioso. Caso todos os carros de uma cidade fossem elétricos, a poluição sonora seria bem menor.

Menor custo de manutenção e operação, o custo atual da eletricidade comparado com o preço do combustível torna o custo do km rodado muito mais barato com um veículo elétrico. A quantidade menor de peças móveis e de filtragem faz com que haja menos desgaste mecânico, tornando a manutenção simplificada. Não haveria poluição de mares com a busca de petróleo para combustíveis.

No Brasil, teríamos também o benefício de não existir energia adulterada. A bateria é, com certeza, o ponto forte deste quesito. Porém, caso a mesma fosse alugada, por exemplo, ao invés de ser comprada, o custo de operação aumentaria significativamente, porém ainda ficaria vantajoso.

Os carros elétricos contribuem de forma direta para preservação do meio ambiente, pois, como funcionam à energia recarregável através de suas baterias, não emitem gases como o CO² que é um dos principais vilões do clima no mundo. Esses carros ainda mantêm um valor elevado em comparação aos carros movidos a combustível tradicional. Entretanto, muitos governos têm incentivado sua fabricação por conta da economia e sustentabilidade. Um exemplo disso é o que ocorre nos EUA, onde o Governo Federal repassa à população, em incentivos fiscais, até 7 mil dólares para compra de carros elétricos.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade mostra que em São Paulo a poluição chega a ser 2,5 vezes maior do que o limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde e entre 2006 e 2011, mais de 99 mil pessoas morreram por doenças ligadas à poluição. No Rio de Janeiro, por exemplo, 75% da poluição está relacionada com os automóveis.

Com o aumento de vendas destes veículos elétricos nos próximos 20 anos poderíamos dizer que a camada de ozônio estaria com uma diminuição de gases muito alta comparada aos dias de hoje.

Por que os carros elétricos ainda não dominaram o mercado?

Um dos principais problemas para o carro elétrico nos dias de hoje é a demora de recarga da bateria que pode chegar a 12 horas para que fique recarregada completamente. Outros problemas são: o alto preço para a fabricação do carro elétrico, carregadores para alimentação das baterias e a potencia que não equivale aos carros movidos à combustão.

Saiba mais:

http://www.ecologiaurbana.com.br/sustentabilidade/carros-eletricos-um-conceito-de-sustentabilidade/

http://www.sermelhor.com.br/ecologia/o-quanto-o-carro-eletrico-e-realmente-ecologico.html