As primeiras fotografias e a importância hoje em dia

 

Por Jenny RDS

A fotografia é uma comunicação importante para a geração dos nossos filhos, netos, etc . São registros de informações que podem ser importantes, e passar de geração a geração. A fotografia é também um meio de gravação e reprodução de manifestações culturais. E é responsável pela criação do cinema, da televisão e de outros grandes meios de comunicação importantes da sociedade.

Foto: Luz + grafia: Escrita da luz

  • História da fotografia:

A primeira fotografia foi feita por uma placa de estanho coberta com um tipo de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia, por Joseph Nicéphore Niépce, em 1826. A fotografia não foi inventada por uma só pessoa, porém pelos avanços de várias pessoas.

A primeira fotografia colorida foi feita por James Clerk Maxwell. Seu assistente Thomas Sutton foi quem apertou o botão do obturador, mas Maxwell foi quem fez o processo cientifico. O físico realizava trabalhos sobre como o olho humano via as cores, e com isso descobriu que a fotografia pode ter o mesmo olhar que o do ser humano.

A primeira fotografia em que aparecem pessoas é de 1838. A imagem foi feita por Louis Daguerre, que foi inventor do daguerreótipo. As fotografias nessa época tinham um tempo de exposição de cerca de 10 minutos. Nesse tempo, para fotografar uma rua, esta tinha que estar deserta, sem movimento de pessoas.

A primeira fotografia subaquática do mundo foi feita por William Thompson, em 1856. A foto foi realizada na baía de Weymouth, na Grã-Bretanha. A fotografia foi feita em cima de um barco, a pouca distância da costa Thompson. Para tirar a foto, ele teve que baixar uma caixa através de uma corda com a câmera, junto com um tripé de ferro que acionou o obturador a partir da superfície a bordo.

A primeira câmera subaquática foi criada em 1839 pelo cientista francês Louis Boutan. A primeira fotografia subaquática com cores foi feita em 1926 pelo Dr. William Longley e Charles Martin, da National Geographic. Nessa época necessitavam tanto de uma quantidade de luz, que foi um problema. Eles usaram vários quilos de magnésio, que incendiaram a partir de um barco na superfície para produzir a quantidade de luz suficiente.

A primeira fotografia de alta velocidade foi feita por Eadwear Muybridge, em 1878. Na época, o fotografo britânico foi contratado por Leland Stanford, para criar umas séries de fotos de um cavalo em alta velocidade. Algumas pessoas diziam que um cavalo nunca tinha as quatro patas no chão ao mesmo tempo quando andava ou corria, outras diziam que sim. Fizeram uma aposta de US$ 25 mil. Muybridge colocou 12 câmeras lado a lado numa pista, acionadas por fios à medida que o cavalo passava, conseguindo assim resolver o problema: de fato há um momento no galope em que as quatro patas se encontram fora de terra.

As primeiras fotografias aéreas são de autoria de Gaspar-Félix Tournachon (Nadar) e foram feitas em 1858. Para a fotografia acontecer, ele teve que usar um balão amarrado, em Bievre Valley (França). Infelizmente todas as fotografias aéreas feitas naquela época, por Nadar, sumiram. A mais antiga que até hoje existe é de 1860, feita em Boston (Estados Unidos), por James Wallace Black, a partir de um balão.

A primeira fotografia de raio X foi feita por Wilheim Roentgen, em dezembro de 1895. No laboratório em sua casa, ele fotografou a mão de sua esposa ao usar o anel de casamento. Seu trabalho foi apresentado pelo professor Ludwig Zehnder, do Instituto de Física da Universidade de Freiburg no dia 1 de Janeiro de 1896.

A primeira fotografia espacial foi feita no voo número 13 do foguete V-2. Estas imagens foram registradas no dia 24 de Outubro de 1946, a partir de 105 km de distância da superfície terrestre, cinco vezes mais longe que qualquer outra fotografia naquela época.

A primeira fotografia no Brasil aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, pelo capelão de um navio francês que estava de passagem. A imagem deixou o imperador D. Pedro II tão encantado que, depois de dois meses, ele tornou este capelão, Antoine Hercules Romuald Florence, o primeiro fotógrafo brasileiro.

  • Importância da fotografia hoje em dia:

A fotografia é tão importante hoje na sociedade, que ainda é o meio que as pessoas mais buscam para registrar um momento. Ela também faz parte da busca da identidade das pessoas.

Antes da invenção da fotografia, os acontecimentos mais importantes eram registrados através de pinturas, esculturas, gravuras, etc. Depois da invenção da fotografia, podemos relembrar os acontecimentos através do retrato real.

Graças à fotografia, podemos voltar no tempo e relembrar momentos da nossa vida, das pessoas que estavam conosco, das que nos distanciamos ou da que não estão mais entre nós em dia. Fotografias das guerras, dos escravos, dos estilos de vida de tempos atrás são muito importantes para mostrar a nossa evolução até hoje.

A fotografia também é usada em muitos aplicativos de redes sociais, como por exemplo: Instagram, Facebook, Whatsapp, Tumblr, Twiter, Snapchat, etc.

 

  • O que a fotografia significa para mim:

Escolhi este tema para mostrar que a fotografia não é só uma imagem registrada por uma máquina, mas que faz parte do nosso dia-a-dia, e que o fotógrafo tem algum sentimento pela foto. Eles não fotografam só por causa do dinheiro ou da carreira, mas porque amam fazer isso. Sem este sentimento, dificilmente se consegue ser um fotografo profissional.

Para ser um fotógrafo profissional é preciso saber se expressar pelas imagens e ser criativo, senão suas fotos não farão muito sentido.

Inclusive a profissão que quero seguir é a carreira de fotografia, pois gosto de fotografa        momentos que podem se tornar importantes. Meu desejo é agradar o cliente, mostrando o sentimento dele e também mostrando o meu sentimento por aquele momento.

 

  • Datas comemorativas da fotografia:

08/01 – Dia Internacional da Fotografia

08/07- Dia do Fotógrafo

19/08- Dia Mundial da Fotografia

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Saúde: como são as leis do aborto em diversos países

Por Sophia Almeida

Falar sobre aborto costuma gerar polêmica, mas os números que cercam essa prática tornam o debate inevitável. Decidi pesquisar sobre porque é um tema muito discutido e sempre que comentado causa um debate de opiniões, por isso optei pelas leis desenvolvidas em diferentes países.

Segundo a OMS, 22 milhões de abortos ocorrem por ano em locais insalubres e sem a estrutura adequada. Estima-se, ainda, que 47 mil mulheres morram todos os anos por complicações decorrentes do procedimento.

  • O número de abortos por ano é de: 46 milhões a 55 milhões
  • Por dia: aproximadamente 126.000
  • 78% de todos os abortos são realizados em países em desenvolvimento e os restantes 22% em países desenvolvidos( segundo o site Aldeia*)

Legalidade dos abortos:

Aproximadamente 97 países, com cerca de 66% da população mundial, têm leis que em essência permitem o aborto provocado. 93 países, com cerca de 34% da população, proíbem o aborto ou permitem o aborto apenas em situações especiais como deformações do feto, violações ou risco de vida para a mãe. Todos os anos cerca de 26 milhões de mulheres realizam abortos legais, enquanto que 20 milhões de abortos são realizados em países onde esta prática é restringida ou proibida por lei.

No Brasil são realizados, aproximadamente, 100.000 abortos/ano. Segundo o artigo 128 do Código Penal brasileiro, de 1940, o aborto é permitido em caso de gestação decorrente de estupro e em caso de risco para a vida da gestante. Em decisão posterior do Supremo Tribunal Federal, em 2012, o aborto passou a ser permitido também nos casos de anencefalia fetal. Em todos os outros casos, o aborto é crime e pode levar à prisão tanto a gestante quanto a equipe médica que a auxilia. A estimativa é que a cada dois dias, uma brasileira morra por aborto inseguro.

Nos Estados Unidos, regulamentado em âmbito federal desde 1973 sob a diretriz da decisão da Suprema Corte Roe v. Wade, o aborto é legalizado em todo o território norte-americano. Na maioria dos Estados, não há limite na idade gestacional para a realização do procedimento. Entretanto, em Estados com governos conservadores e com os Republicanos em maioria no Legislativo, uma série de leis e medidas têm sido estabelecidas para restringir o acesso das mulheres ao aborto.

No Uruguai, o aborto é permitido em qualquer circunstância até a 12ª semana de gestação no Uruguai. Em casos de estupro, são permitidos até a 14ª semana. Quando há risco para a gestante ou má formação do feto, podem ser feitos em qualquer período da gestação. A lei está em vigor desde 2012. Após um ano de vigência, 6.676 abortos seguros foram realizados e nenhuma morte foi registrada.

Na Espanha, no fim de 2013, o governo de Mariano Rajoy tentou reformar a lei que regula o aborto na Espanha, passando da legalidade irrestrita para a permissão somente para casos de gestação decorrente de estupro e perigo grave à saúde física e psíquica da gestante. Uma série de protestos pelo país e a oposição de mais de 70% da população à medida levou Rajoy a desistir da mudança e à renúncia de Alberto Ruiz-Gallardón,
principal promotor da reforma, como ministro da Justiça, em setembro de 2014. O
aborto na Espanha, portanto, segue sendo legal e irrestrito até a 14ª semana de
gestação.

Onde o aborto é regulamentado:

*Brasil

*EUA

*Uruguai

*Espanha

*Argentina

*Cuba

*França

*Alemanha

*Bélgica

*Venezuela

*Canadá

Segundo o site saúde.estadão.com.br, países que liberam aborto têm taxas mais baixas de casos do que aqueles que o proíbem países onde o aborto é totalmente proibido: Andorra, Angola, Chile, Congo, Egito, Haiti, Somália, Honduras, Micronésia, Nicarágua, Omã, Palau, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, El Salvador, República Dominicana, Filipinas, San Marino, Gabão, São Tomé e Príncipe, Senegal, Guiné-Bissau, Iraque, Suriname, Síria, Laos, Lesoto, Tonga, Madagascar, Malta, Ilhas Marshall, Mauritânia, e Maurício.

Países onde é permitido apenas nos casos em que a vida da mulher está em risco:

Brasil, México, Panamá, Guatemala, Afeganistão, Antígua e Barbuda, Butão, Nigéria, Mianmar (Birmânia), Papua-Nova Guiné, Paraguai, Sudão, Ilhas Salomão, Costa do Marfim, Dominica, Irã, Quênia, Quiribati, Tanzânia, Timor-Leste, Líbia, Faixa de Gaza e Cisjordânia, Venezuela, Malauí, Mali, Líbano, Emirados Árabes Unidos, Tuvalu, Uganda, Iêmen, Irlanda, Bangladesh, Brunei, indonésia e Sri Lanka.

Grupos defensores de direitos das mulheres defendem que, se a prática fosse descriminalizada, tanto a mulher gestante que decide interromper a que realiza o procedimento, deixariam de ser penalizados gravidez, como o terceiro por isso. Algo que traria maior segurança jurídica para os envolvidos.

Já a legalização seria um passo adiante: estabelecer regras para regulamentar a prática, oferecendo estrutura para que o aborto ocorresse de forma segura, sem risco de vida para a gestante.

O mapa divide os países em cinco categorias: nos quais o procedimento é criminalizado, descriminalizado, permitido para preservar a saúde da gestante, permitido com base em fundamento socioeconômico, isto é, quando a mãe não tem condições econômicas para criar a criança e sem informações, que agrupa os locais nos quais os dados não estão disponíveis.

O número de mortes é assustador e preocupante e, por esse motivo, eu acho que os governantes poderiam rever as leis ou talvez tomar algumas medidas que pudessem assistir melhor, na prevenção e qualidade de vida da gestante.

Fontes:

http://aborto.aaldeia.net/estatisticas-aborto-mundo/

Silvio Santos: curiosidades e polêmicas de sua trajetória

Renata1

Por Renata Guedes

Uns dos comunicadores mais empreendedores do Brasil Senor Abravanel, mais conhecido como Silvio Santos que utiliza este pseudônimo desde que foi proibido de participar das competições na rádio porque começou a ganhar todas elas.  Filho de dois imigrantes judeus nascidos no antigo império Otomano seu Pai Alberto era de uma região que atualmente pertence a Grécia e sua mãe Rebeca era de uma cidade que atualmente pertence a Turquia, Silvio nascido em 12 de dezembro 1930 no bairro da Lapa no estado do Rio de janeiro.

Durante sua infância na década de 40 gostava muito de frequentar o cinema do bairro da Cinelândia e um dia acordou gripado e sua mãe não deixou o ir ao cinema, mesmo com suas insistências, no dia seguinte descobriu que o local havia pegado fogo e várias crianças haviam sido feridas,

Eu acredito que isso foi um livramento, justamente no dia que pegou fogo ele não foi, não era sua hora de partir, tinha muito o que fazer pela comunicação do nosso país.

Ainda menino com 14 nesta mesma década ao ver uma pessoa vender capinhas para título de eleitor, resolveu fazer o mesmo comprando uma, vendeu depois comprou duas vendeu também e assim foi fazendo sempre dobrando a quantidade que comprava conforme ia vendendo, além de capinhas vendia também canetas junto de seu irmão Leo no horário que os guardas almoçavam, um período de 45 minutos por dia, pois a repressão da polícia era muito grande nesta época.

Mesmo trabalhando como camelô nunca largou os estudos sua matéria preferida era matemática e futuramente se formou em contabilidade.

Com seu potencial de voz logo foi chamado para fazer um teste na rádio Guanabara, passou em primeiro lugar, superando até grandes nomes como o grande Chico Anysio, neste período não ficou muito tempo na rádio por ganhar mais como camelô.

Chegou o período de servir o exército, por um pequeno espaço de tempo fez paraquedismo, porém a carreira militar não era compatível com seu trabalho de camelô, voltou para uma rádio em Niterói que trabalhava nos seus dias de folga para ganhar uma grana extra.

Sua locomoção até a rádio era a barca que cruzava a Baia de Guanabara, vendo o transporte muito silencioso resolveu implantar alguns autofalantes, no intervalo das músicas, ele vendia alguns produtos, mais tarde teve jogos de bingo e os prêmios eram os produtos que vendia, com seu espirito empreendedor fez um bar e foi o maior cliente da Antártica batendo recorde de vendas nas barcas.

Aos 20 anos decidiu vir para São Paulo com o dinheiro que seu tio lhe deu, fez um teste para locutor e passou, foi seu primeiro trabalho como apresentador e em 1954 assinou seu primeiro contrato com a rádio Nacional.

Nesta fase seu salário não era suficiente, para uma receita extra também trabalhava como corretor de anúncios em circos e nas suas caravanas ficou conhecido como o “Peru que fala”, porque quando se envergonhava ficava muito vermelho.

Com seu nome seu talento em evidencia, Manoel da Nobrega o chamou para fazer parte de seu programa na mesma rádio, e mais impressionado ainda com seu potencial convidou o também para ser sócio do baú da felicidade, mais tarde logo o baú já era seu, vendia seus carnês no intervalo dos shows no circo e no endereço fixo que ficava na rua Boa Vista em São Paulo, que por vários anos a lojas físicas foram sucesso, Silvio comprou uma concessionária de veículos para que suas colegas de trabalho fossem transportadas para a venda dos carnes do Baú da Felicidade hoje Magazine Luiza.

Em 1961 Silvio iniciava sua carreira como apresentador na televisão como o programa “Vamos Brincar de Forca”, na Tv Paulista ( Globo), como o sucesso da atração ele comprou as duas primeiras horas da programação, nascia aí o programa Silvio Santos.

Nesta mesma década em 1962 casou-se com Cidinha mãe de suas duas primeiras filhas Cintia fila adotiva chamada de filha numero um e Silvinha como é carinhosamente chamada, foi trazida por Manoel da Nóbrega para Silvio Santos, porque se achava muito velho para adotá-la e o apresentador queria dar mais esse presente a sua esposa que não podia ter filhos, em 1977 sua esposa faleceu com um câncer no aparelho digestivo.

Em 1971, Silvio Santos fez uma das capas de revistas mais polêmicas da história. Para ajudar a revista Melodias, que estava em crise, Silvio Santos aceitou que colocasse na capa uma foto montagem em que aparecia careca.

Na Década de 1980 casou se novamente, com a escritora Iris Abravanel, com quem teve 04 filhas, Daniela, Patrícia, Rebeca e Renata, nesta mesma década  teve um problema nas cordas vocais deixando o afônico, que quase o tirou de seu oficio, ficou um período afastado dos palcos,porém se recuperou totalmente,atualmente o apresentador possui oito netos e três bisnetos.

Em 1964, Silvio Santos ganhou o primeiro Troféu Imprensa de sua carreira, em 1970 o jornalista Plácido Manaia Nunes vendeu os direitos para o apresentador que desde esta época a organização, produção e apresentação do prêmio, transmitida anualmente pelo SBT, e que futuramente ganhou como melhor programa de auditório dos anos de 1983 à 1995, 2011e de 2015 à 2017 ou seja levou o premio 17 vezes.

Em 1969 pela primeira vez que o homem pisou na lua seu programa alcançou 41,4% de audiência.

Percorreu por um longo caminho de sucesso nas tv’s Tupi, Rede Record de Televisão entre muitas outras no rio de Janeiro, até que então em 19 de agosto de 1981 assinou em Brasília a concessão ao vivo em seu programa do seu canal de televisão TVS, (Televisão Silvio Santos) e hoje SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). Apesar de ser visto como um comprador nato, Silvio se desfez de algumas empresas nos anos 1980: o CLAM (Clube de Assistência Médica), o plano de aposentadoria privada Aposentec e as lojas de móveis Tamakavy. Sobre o CLAM, Silvio reiterou ser muito difícil administrar uma empresa de saúde, e que se sentiria indiretamente responsável por falhas que provocassem morte ou graves danos.

Toda sua popularidade à frente das câmeras rendeu, inclusive, convites para que ele entrasse no mundo da política, o que quase aconteceu nas eleições presidenciais de 1989. Ele chegou a lançar campanha na televisão, mas a candidatura acabou barrada na Justiça sob a alegação de que ele era dono de uma concessionária de TV e sua influência contribuiria nas eleições.

O Programa Silvio Santos entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes, em 1993, como o programa mais duradouro da televisão brasileira, que na época completava 31 anos no ar.

Ao longo das décadas de 1980 e 1990, Silvio se dedicou especialmente à consolidação e expansão do SBT, em 1991 criou a tele sena para evitar a falência do SBT, mas nos anos 2000 voltou a se aventurar em novas áreas, nos anos seguintes. E nesta mesma década em 2001 um fato inesperado aconteceu, sua filha Patrícia Abravanel foi sequestrada por três homens que a levou para um cativeiro por uma semana, logo após, nove dias Fernando Dutra Pinto entrou na residência do apresentador no Morumbi e rendeu toda sua  família, o sequestro só acabou após uma negociação feita pelo então governador Geraldo Alckmin  com o sequestrador sendo preso, finalizando esta terrível e desagradável situação tudo bem sem maiores sofrimentos, foi homenageado neste ano pela escola de samba carioca Tradição.

Já em 2006 fundou a Jequiti cosméticos e, em 2007, inaugurou o hotel Sofitel Jequitimar Guarujá. Depois de cinco décadas de prosperidade, no entanto, o Grupo Silvio Santos passou por uma situação delicada no começo desta década. No final de 2010 foi descoberto um rombo de R$ 4,3 bilhões no Banco PanAmericano, o que levou o empresário a cogitar vender todo o seu império e ir morar nos Estados Unidos. Porém, resolveu empenhar várias de suas empresas para quitar a dívida e apostou suas fichas na Jequiti, que vem crescendo cerca de 20% ao ano, o dobro da taxa registrada pelo setor de cosméticos. Passados quatro anos da crise, o Grupo Silvio Santos segue firme graças ao talento para os negócios de seu proprietário, tendo faturado US$ 5,9 bilhões em 2013, com um lucro de US$ 800 mil.

Um fato curioso aconteceu em 2010 envolvendo o apresentador surgindo uma suposta filha Cassia Vitullo na época com 59 anos, foi realizado o exame de DNA e descartada esta possibilidade com o resultado negativo, Silvio comentou “ela é simpática, mas está enganada”.

Em 2009 uma perda importante seu mais que funcionário Lombardi e 2012 uma grande amiga, Hebe Camargo, foi ao seu velório muito abalado e deu o selinho que tanto ela gostava.

Foi retirada sua próstata no ano de 2013, em um procedimento preventivo. No final daquele ano, o apresentador foi submetido a uma cirurgia de retirada de um tumor de pele na perna direita, passou por esses procedimentos desagradáveis quando em 2016, o apresentador teve um tumor na testa. A doença foi tratada no Brasil pouco antes de ele embarcar de férias para Orlando, nos Estados Unidos, no final de dezembro, ele gosta muito de passar despercebido na região que reside na Flórida, faz compras lava louças e adora comer arroz feijão bife e batatas fritas e de sobremesa sorvete de massa de chocolate com avelã.

Este ano ganhou o prêmio da revista seleções como marca de confiança com 72% dos votos.

Suas próximas “ambições” como empreendedor para 2020 é ter seu neto Tiago Abravanel à frente às apresentações do SBT.

Polêmicas

A polêmica mais recente e importante foi com relação ao seu comentário infeliz sobre a Atriz e apresentadora Fernanda Lima, dizendo “com essas pernas finas, quem gosta de osso é cachorro, ela não teria nem amor e nem sexo”, e a mesma rebateu, em programa no pânico ela falou” Silvio porque não te calas? ”em tom divertido e depois resolveu responder com um texto em seu instagram uma publicação do texto da Milly Jornalista da Folha,é o machismo vestido de piada, jogado ao ar em notas de R$ 50,00.

Respondeu também “O corpo da mulher não é um território onde pode meter a mão, avaliar invadir, usar, agredir. Sigamos firmes e juntas construindo um grande abrigo de proteção para todas as mulheres contra qualquer violência machista.”

Também foi infeliz em fazer um trocadilho com o nome da Paolla Oliveira, dizendo Paolla rimava com Rola, o nome de um pássaro e tola, Paolla que gosta de…?

Constrangeu à apresentadora e atriz mirim Maísa insinuando que ela estava em seu programa toda decotada por causa da presença do apresentador de tele jornal da casa Dudu Camargo que estava no palco para participar de seu programa.

Esta sem noção com estes comentários infelizes. Porém não o tira o titulo de um dos maiores comunicadores do país.

Leia mais:  

http://www.purepeople.com.br/noticia/silvio-santos-faz-exame-de-dna-apos-cozinheira-afirmar-ser-sua-filha-nao-e-pai_a126425/1

https://www.vix.com/pt/bbr/tv/5278/polemicas-com-silvio-santos-opinioes-que-renderam-criticas

https://extra.globo.com/tv-e-lazer/fernanda-lima-desabafa-apos-polemica-com-silvio-santos-machismo-mata-21747846.html

http://br.blastingnews.com/tv-famosos/2017/06/apos-polemicas-silvio-santos-faz-promessa-a-dudu-camargo-001807533.html

 

O impacto dos games na atual geração

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Por Lucas Vinicius

Os jogos eletrônicos vêm sendo muito mais explorados, não só pelos jovens dessa nova geração, mas também pelos mais velhos que gostam do universo dos games.

O uso excessivo dos jogos está sendo uma preocupação, principalmente para os pais dos jovens. Passar horas jogando pode ser algo que afete a saúde ou o desempenho daqueles que jogam.  Especialistas informam sobre os mais diversos danos possíveis. Vamos citar aqui alguns malefícios e também benefícios que os games proporcionam.

Muitos acham que jogos possam aumentar a agressividade aos jogadores, mas existem pesquisas que comprovam o contrário, que existe pouca relação dos jogos com o aumento da agressividade.

Quais são os benefícios que os jogos eletrônicos podem proporcionar?

Agilidade no raciocínio: jogos de tiro como Battlefield, entre outros, podem melhorar o raciocínio, as respostas nas tomadas de decisões e o reflexo de quem joga.

Criatividade: quem joga vídeo game tende a ser mais criativo. Segundo uma pesquisa da Michigan State University, nos Estados Unidos.

Visão: os jogos aguçam a visão. É preciso ter olhos sempre atentos para poder acompanhar tudo o que os games proporcionam a todo momento.

Agora vamos falar da parte ruim. O jogo também pode proporcionar alguns malefícios. Vamos ver alguns deles.

Sedentarismo: um dos principais motivos para o videogame ser um dos vilões é que, ao passar muito tempo no jogo, as pessoas acabam não fazendo atividades físicas, principalmente crianças, que geralmente ficam mais tempo jogando.

Controle emocional: pessoas que jogam games mais agressivos acabam tendo menos controle sobre as suas emoções, mas isso não é definitivo. Algum tempo sem jogar resolve essa alteração.

Uma pesquisa divulgada no final de 2011 pela Indiana University School of Medicine, nos Estados Unidos, reforça a ideia de que jogos violentos são prejudiciais. Depois de uma semana jogando esse tipo de games, os homens que participaram da pesquisa apresentaram alterações na parte frontal do cérebro, que controla a cognição e a emoção.

Convivência social: quem tende a ficar mais tempo nos jogos evita mais a convivência social, fica mais confortável na vida virtual do que na real.

Veja também esse vídeo da entrevistada Andrea Bernardi que é Psicopedagoga e está falando sobre os benefícios e malefícios do videogame.

Fontes de pesquisa: cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br, agemed.com.br, exame.abril.com.br

 

Plus size: luta contra o preconceito

Por Gabriela Maria

Gabriela

Por Gabriela Arruda

O que se passa na cabeça de uma pessoa que está muito fora do seu peso ideial, as chamadas plus size? A reação dessas pessoas ao preconceito, à intolerância, ao bullying é muito diferente: umas sentem raiva, angustia e outras não se importam.

O bailarino Erik Cavanaugh (http://www.jornalciencia.com/bailarino-plus-size-desafia-todos-os-estereotipos-e-sonha-em-ser-fonte-de-inspiracao-para-outras-pessoas/us size podem ser tão ágeis e graciosos quanto os mais magros), mesmo recebendo críticas de internautas, por exemplo, não se deixa abalar.  “Eu não tenho vergonha de quem eu sou´´, diz ele.

Mas para muitos, estar fora do padrão pode ser um sofrimento. São as crianças e adolescentes normalmente as mais afetadas. O bullying nas escolas, em festas de aniversário e em outros lugares pode até traumatizar. Quantas vezes os “gordinhos” ao subirem na cama elástica, no escorregador, ouvem em coro ´´vai quebrar´´!

Uma outra coisa que pessoas plus size mais se chateiam é quando gostam de uma roupa e ao prová-la não cabe. E as marcas famosas também não estão preparadas para fazer roupas para pessoas plus size.

Apesar disso, tem famoso incentivando os “gordinhos”. No caso da cantora Anitta, ela colocou duas dançarinas plus size no seu último clipe ´´Paradinha´´. Isso é um super incentivo para que as pessoas saibam que mesmo gordinhas podem ser o que elas quiserem.

Por tudo que falamos até agora, é preciso ficar atento às consequências que o bullying pode causar: baixa auto-estima, depressão, alteração de comportamento e até suicídio.

Se você quiser saber o quanto o bullying pode fazer mal, assista ao filme (https://youtu.be/OkjHSigdrFM) “Um grito de socorro” (um filme holandês de 2013), que conta o caso do adolescente Jochem (Iohen). Ele se suicidou por causa do bullying que sofria na escola.

Ele era o mais desprezado pela turma. Atiravam comida, chegaram ao ponto de bater nele. Vale muito a pena assistir!

Por isso tudo, defendo que as pessoas de hoje não podem ter preconceito com pessoas gordinhas. Imagina só se todo mundo fosse igual, o mundo seria muito chato .

Minha experiência

Contei tudo isso porque sofri na pele um pouco deste preconceito. Eu sou uma pessoa meia gordinha. Sofri bullying dos 6 aos 11 anos na escola. Depois disso, mudei de escola e, hoje, aos 12 anos, não tenho mais este problema.

Ao contrário, a escola discute muito bem este tema. Inclusive, fizemos um trabalho sobre cidadania e respeito. Foi aí que eu conheci o filme e me interessei em escrever sobre assunto.

Mas na rua a coisa é diferente. Sinto os olhares: “ela é linda, mas se não  fosse gorda, seria mais bonita”. Isso ainda incomoda.

 

Sou mulher e vou falar de futebol

Por Camila Vieira

Se você se espantou, volte atrás e pegue seu cérebro porque estamos no século 21 é e normal mulher falar sobre futebol. Sou corintiana desde quando estava na barriga da minha mãe. Meu pai é corintiano roxo e passou essa paixão para mim – ele até tentou passar para meu irmão, mas quando ele tinha 12 anos, virou são paulino. Pensa na decepção do meu pai! Vim e honrei a família. São 16 anos de pura paixão por esse time.

A história do Timão contada por uma mulher

Há 107 anos atrás, no dia 01 de setembro de 1910, às 20h30, à luz de um lampião, na esquina das ruas José Paulino e Cônego Martins, no bairro do Bom Retiro, o grupo de operários formado por Anselmo Corrêa, Antônio Pereiras, Carlos Silva, Joaquim Ambrósio e Raphael Perrone fundaram o Sport Club Corinthians Paulista.

O presidente escolhido por eles foi o alfaiate Miguel Battaglia, que, já no primeiro momento, afirmou: “ O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time”.

O primeiro título do Corinthians foi em 1914, com 10 vitórias e 10 jogos disputados, com 37 gols marcados e venceu a última partida por 3 a 0 contra o Lusitano, no Parque Antártica. No ano de 1918, o Corinthians teve o seu primeiro estádio, sua primeira casa, os jogadores alvinegros construíram o gramado do primeiro estádio oficial corinthiano. Nomeado como Ponte Grande, a casa do Timão ficava onde hoje é a Ponte das Bandeiras, na Marginal Tietê.

Atualmente o Corinthians tem o seu próprio estádio, a Arena Corinthians, que foi construído em 2014 e está localizado em Itaquera, perto da estação de Metrô Itaquera. Sua capacidade é de 48 mil pessoas.

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Novo estádio do Corinthians, em Itaquera

Em 1926, o Alvinegro foi bicampeão do Campeonato Paulista novamente e, dessa vez, com 100% de aproveitamento: sete vitórias em sete jogos. No mesmo ano, a equipe venceu sua primeira partida internacional. Na ocasião, o Corinthians venceu o Barracas (Argentina) por 3 a 1, no Parque São Jorge. Apparício, Rato e Rodrigues marcaram os gols da virada. No dia seguinte, o jornalista Thomaz Mazzoni, do impresso “A Gazeta”, relatou a partida destacando a “fibra de mosqueteiro” (uma referência aos “Três Mosqueteiros”, romance de Alexandre Dumas) demonstrada pelos jogadores. Nesse mesmo ano, a Gazeta criou diversos mascotes aos times e, consequentemente, atribuiu o Mosqueteiro ao Timão.

Corinthians e suas invasões

A primeira invasão foi em 1976, cerca de 80 mil corintianos viajaram até o Rio de Janeiro para assistir ao jogo em que o Corinthians empatou com o Fluminense por 1 a 1, ganhou nos pênaltis (4 a 1) e classificou-se para a decisão do Campeonato Brasileiro contra o Internacional. É, até hoje, “um dos maiores deslocamentos pacíficos do homem no mundo”.

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Em 2002, após a conquista da Libertadores, a Fiel finalmente pode realizar o sonho de ir para o outro lado do mundo acompanhar o Timão rumo ao Bicampeonato Mundial.

E não é que os corintianos invadiram o Japão? Os números são incertos, mas calcula-se que entre 25 e 30 mil corintianos, de todos os lugares do mundo, foram ao Japão. Não se sabe quantos torcedores saíram do Brasil rumo ao país do Sol nascente. Fala-se em 10 mil. Nunca saberemos realmente. Dentro de campo, visivelmente foi a torcida mais presente na história dos mundiais de clubes.

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A invasão do Japão

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Milhares de corintianos na Terra do Sol Nascente

A pior fase do Coringão

Em 2002, com o desmanche do elenco, o Alvinegro foi mal no Campeonato Brasileiro e se esforçou para continuar na série A. Mas não adiantou de nada, em 2007, o Timão foi rebaixado para a série B do Campeonato Brasileiro. A torcida corintiana não abandonou o time, só fez com que o amor aumentasse.

O Coringão voltou!!!

Em 2008, sob a liderança do técnico Mano Menezes, o Corinthians teve uma ótima campanha na série B e conquistou o título com quatro rodadas de antecedência. Foram 79 gols marcados em 38 duelos. A última partida foi realizada no Pacaembu, com vitória corintiana por 3 a 2 sobre o Avaí. Os atacantes Dentinho e Herrera foram os artilheiros da equipe, com 14 gols cada.

O ano inesquecível!

Pela primeira vez na história, o Corinthians foi campeão da Copa Libertadores. E, para ser perfeito, de forma invicta! Foram 22 gols marcados e apenas quatro sofridos em oito vitórias e seis empates. O atacante Emerson marcou os gols da vitória por 2 a 0 contra o Boca Juniors (Argentina) no jogo de volta da grande final. O gol de cabeça Paulinho contra o Vasco, que levou o Corinthians às semifinais da Libertadores, já é considerado por muitos o mais marcante da história do clube.

Além disso, o Timão conquistou a Copinha também de forma invicta e teve um atleta medalhista olímpico em Londres. O nadador Thiago Pereira ficou com a prata nos 400m medley. Em dezembro, o “Bando de Loucos”, como é chamada, às vezes, a torcida corintiana, invadiu o Japão e viu o Corinthians conquistar o Mundial de Clubes da Fifa pela segunda vez. Guerrero marcou de cabeça e garantiu o título contra o Chelsea no ano que se tornou inesquecível para a Fiel Torcida.

A relação do Corinthians com São Jorge

Em 1926, o Corinthians comprou o terreno do Parque São Jorge, o campo foi reformado e reinaugurado dois anos depois da compra. O dia 23 de abril é considerado o dia de São Jorge, a data, obviamente, também é especial para o torcedor corintiano.

São Jorge se relaciona com o clube de diversas formas: é seu padroeiro, dá nome à sede do clube e à rua onde está localizada, O Parque São Jorge, a sede social do Timão, fundada em 1928, fica na Rua São Jorge, 777, no bairro Parque São Jorge. Por isso, o santo teria sido adotado como patrono do clube. Em 1967, foi construída também uma capela em sua homenagem.

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Imagem do Santo e o símbolo do Corinthians

Corinthians na atualidade

O Corinthians hoje é líder no Campeonato Brasileiro, com 54 pontos (praticamente campeão), com uma das maiores torcidas do Brasil. É um time do povo, assim como o presidente Miguel Battaglia sonhou um dia: “ O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time”. É assim se fez sua vontade.

Carta às mulheres

Viram como a mulher sabe contar a história do time que ela torce? Não é apenas uma “modinha”, como alguns homens desinformados acreditam”. Não tem nada de modinha. Para quem ainda vê dessa forma, aceite que dói menos. Sou mulher e vou continuar falando de futebol, assistindo aos jogos e indo ao estádio. Quem se sentir incomodado, saia do estádio.

E vai aqui um recado para as Mulheres: NUNCA deixem de fazer ou falar aquilo que gostam ou que acreditam por medo dos que os outros vão pensar ou falar. Temos os mesmos direitos que os homens. Temos a mesma paixão e veneração.

Diálogo e Informação: principais formas para combater o suicídio

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Por Bruna Najla

Escolhi esse tema porque vejo que muitas pessoas jogam um tapete em cima da questão do suicídio. Elas não querem de jeito nenhum falar sobre esse assunto e acham que falando vão levar uma pessoa a se matar. Muita gente diz que não tem mais tempo para dialogar e não consegue um tempo para seus filhos, pais, amigos e etc. A distância entre as pessoas, no meu ponto de vista, é a principal causa de muitos estragos.

Segundo o site Psicologia, o suicídio é uma forma de fuga do sofrimento. Algumas pessoas consideram que, tirando a própria vida, aliviarão sua dor emocional. Quando se deixam levar pela tristeza, revolta, desespero e angústia, não aguentam a barra que é muito pesada e param de lutar pela própria vida. E quando não acham apoio, ou seja, alguém com que elas possam contar e desabafar, tudo caminha para o seu próprio fim.

Esses são alguns fatores de risco que têm sido associados ao comportamento suicida (de acordo com o site Biosom):

SOLIDÃO:  uma das principais queixas que levam uma pessoa a ter um pensamento suicida é a solidão. A pessoa se sente sozinha, angustiada, sente que ninguém se importa com ela, que ninguém a ama ou faz questão dela. Sente que ela não é ninguém, que tanto faz ela estar ali ou não, que ninguém nunca vai compreendê-la e só vão julgá-la e assim não consegue se abrir. Mesmo estando rodeados de pessoas que as amem, elas se isolam, e se acham incapazes de fazer alguma coisa.

DEPRESSÃO: na depressão, a pessoa se isola, chora muito, fica irritadíssima, não sente mais prazer nas atividades que antes gostava, prefere não falar sobre os seus sentimentos e não confia em ninguém.

OUTRAS DOENÇAS: algumas doenças que deixam as pessoas impossibilitadas de forma física, doenças terminais (como câncer e Aids) ou transtornos mentais (esquizofrenia, bipolaridade, distúrbios da ansiedade, etc.), podem contribuir para uma maior desorganização ou desconforto emocional. Algumas pessoas, quando acham que têm uma doença incurável, ficam sem esperanças e não conseguem pensar em soluções e lidar com os obstáculos. Sentem-se incapacitadas física e psicologicamente, desesperadas e intoleráveis. O risco de suicídio em pessoas que possuem esquizofrenia, por exemplo, é de 4 a 10%, já que elas podem estar em um estado fora da realidade, ter crises psicóticas e delírio de perseguição.

PROBLEMAS CONJUGAIS E DE RELACIONAMENTOS:  as brigas recorrentes com os pais e a falta de amparo deles, término de um relacionamento, discussões frequentes com o (a) parceiro (a), divórcio e separação podem levar uma pessoa ao suicídio. Na maioria das vezes, para estas pessoas, uma relação em que se investiu tempo e toda uma carga emocional é difícil de ser desfeita. A separação ou discussões constantes levam à tristeza e depressão, elevando o risco de suicídio.

DIFICULDADES FINANCEIRAS E DESEMPREGO: dificuldades financeiras, problemas no trabalho, desemprego e perda do status socioeconômico são outros riscos para o suicídio. A riqueza e o poder são volúveis e instáveis, e a qualquer momento estamos sujeitos a perder dinheiro, um emprego e a condição financeira de antes. Atualmente, com o aumento do desemprego e a crise econômica, o suicídio parece para muitos ser a única saída possível. As causas desse sentimento são a perda de apoio social, crises familiares e sensação de impotência, agravando assim tendências autodestrutivas, como abuso de álcool e outras drogas e transtornos mentais, como ansiedade e depressão.

Esses são alguns dos fatores que levam uma pessoa a tirar a própria vida. A OMS (Organização Mundial de Saúde) chama a nossa atenção para esse grande problema da saúde, que não tratamos isso de maneira eficaz. Segundo esse órgão, 804 mil pessoas cometem suicídio todos os anos. O Brasil é o 8° país em número de mortes. Em 2012, foram registradas 11.821 mortes por suicídio, sendo 9.198 homens e 2.623 mulheres. O país com mais mortes por este motivo é a Índia, com 258 mil óbitos, seguido da China, com 120 mil, Estados Unidos, com 43 mil, Rússia, com 31 mil, Japão, com 29 mil, Coreia do Sul, com 17 mil, e Paquistão, com 13 mil.

Para a OMS, a maior dificuldade é o tabu que muitos países têm em relação a esse problema. Muitas vezes o problema acontece na frente das pessoas e elas não conseguem ver, por não ter informação sobre o assunto. E a maior prevenção que podemos ter, o maior combate contra isso, é a informação, falar sobre esse assunto com os filhos, pais, amigos. Devemos ficar atentos às pessoas ao nosso redor, aos problemas pelos quais elas estão passando e tentar ajudar. Ouvir o que o outro tem a dizer, dar um abraço e dizer eu te amo pode mudar muita coisa, pode mudar a vida de uma pessoa, mudar as suas atitudes e seus pensamentos.

SETEMBRO AMARELO

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Assim como existe o Outubro Rosa, que é o mês de prevenção ao câncer de mama, e o Novembro Azul, que serve para discutir o câncer de próstata, existe o Setembro Amarelo, que é sobre a prevenção do suicídio. Este movimento é mundial e ocorre no Brasil desde 2014. Foi trazido pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). O Setembro Amarelo tem o intuito de quebrar esse tabu e alertar as pessoas sobre os motivos que levam milhares de pessoas a tirarem a própria vida.

Além da falta de informação, sinto que falta interesse da sociedade sobre esse assunto. Percebo que não ligamos para as dores e problemas dos outros e que muitas pessoas preferem jogar esse tipo de discussão para baixo do tapete, porque é um tema difícil de lidar. A melhor forma de combater esse problema é o diálogo, a amizade, cumplicidade, respeito, educação, e claro, sempre tentar nos colocar no lugar do outro e tentar entender a sua dor. Por mais que seja complicado, só o nosso esforço para isso acontecer pode mudar muita coisa. Então fique ligado a quem está ao seu lado, fique atento ao comportamento das pessoas e sempre lembre a quem está contigo que você o ama e se importa com ele.

Veja esse vídeo que fala sobre o poder do eu te amo

Segue o link: https://youtu.be/Wsd_h2efFeU

Sedentarismo: o mal do século

Um passo a menos todo dia com a tecnologia

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Por Terezinha Lima

A evolução tecnológica na sociedade é uma das principais causas do sedentarismo, principalmente nos jovens. Podemos perceber em muitas pessoas a dificuldade em andar e subir escadas. A procura por tratamento de saúde tem aumentado. Atualmente, os jovens são mais afetados pelo sedentarismo, pois estão mais envolvidos com a tecnologia. Esse tema me preocupa, por isso resolvi pesquisar a respeito.

Em entrevista à Agência Efe, publicada no site Terra, o médico do esporte Daniel Kopiler explica a relação da tecnologia e do sedentarismo. “Hoje temos uma série de materiais que vão facilitar nosso trabalho braçal, mas que de alguma maneira vão diminuir a quantidade de trabalho comparado com o que fazíamos. Esta mudança tecnológica faz com que as pessoas comecem a andar menos e a fazer menos atividades físicas.

Segundo a última pesquisa feita pelo IBGE em 2010 e divulgada em 2012, 80% dos brasileiros são sedentários, e uma das consequências mais temidas é a obesidade.

Mas o que é o sedentarismo?

O sedentarismo é caracterizado pela falta de atividade física no ser humano, não somente no caráter da prática desportiva, mas em toda sua amplitude, fazendo com que a saúde da pessoa entre em declínio e esteja mais suscetível ao surgimento de patologias.

Devido ao grande comprometimento que o sedentarismo pode ocasionar, considera-se atualmente como um problema de saúde pública e por muitos profissionais da saúde, também é considerado como o mal do século.

Conforme índices apurados pelo Ministério da Saúde, 64% da população está com excesso de peso, e exercícios podem ser a solução para reduzir tais números assustadores.

Não existe relação que ligue direta e unicamente o sedentarismo às doenças, mas a falta de atividade corporal, principalmente se associada com alimentação inadequada, compromete várias funções do organismo, que facilitam o aparecimento de enfermidades como:

  1. Diabetes
  2. Câncer de Mama
  3. Doenças cardiovasculares
  4. Câncer de Cólon
  5. Problemas de coluna, nas articulações e a osteoporose.

Atividade física que salva

Para que os hábitos sedentários sejam deixados de lado, as pessoas devem ter consciência de que a atividade física deve ser introduzida na rotina de forma gradativa, afim de prevenir possíveis lesões que possam acontecer no período de adaptação.

Recomenda-se que as atividades sejam assistidas por um profissional da saúde, para que os movimentos sejam reeducados e executados de forma correta, sem que haja risco de lesionar alguma estrutura corporal.

Também vale salientar a importância do acompanhamento de um profissional em casos onde o indivíduo possa apresentar problemas crônicos, como diabetes, cardiopatia, obesidade, devido aos riscos que as mesmas ocasionam, fazendo com que o médico e o profissional que estará desenvolvendo as atividades possam traçar um perfil onde as atividades sejam direcionadas para cada caso especificamente.

A obesidade é um dos efeitos mais comuns da falta de atividade física.  Se uma pessoa que passa a maior parte de seu dia sentado come a mesma quantidade de comida, como alguém que está constantemente ativo, então o ganho de peso contínuo é provável.

Solução indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a prática de pelo menos 30 minutos de exercícios físicos por dia, já que a inatividade é o quarto principal fator de risco de mortalidade em todo o mundo, perdendo apenas para diabetes, tabagismo e hipertensão.

Dia-a-dia agitado

A rotina, no entanto, parece não permitir nem mesmo estes trinta minutos. “A pessoa acorda seis horas da manhã, chega às oito no trabalho e, quando volta para casa, ainda precisa cuidar dos filhos, estudar”, lembra o médico Kopiler.

E toda essa rotina é colaborada com a tecnologia, que nos deixa sentados grande parte do tempo, em frente a computadores, televisores e celulares.

Como solução, Kopiler indica pequenas mudanças nos hábitos diários para reduzir os efeitos do sedentarismo.

Um primeiro passo é a mudança na alimentação, com a diminuição de refeições gordurosas e o aumento de ingestão de proteínas e fibras. Os exercícios mais indicados para se livrar da inatividade são caminhadas, ciclismo, natação e hidroginástica por não causarem problemas às articulações, mas que devem ser acompanhadas de alongamento.

Dentre esses e muitos outros fatores, vale salientar que a visita regular ao médico facilitará a indicação da atividade física mais indicada para cada indivíduo, fazendo com que o mesmo possa sentir-se beneficiado e em melhores condições de saúde a partir do início da prática.

Mas de nada vai adiantar se não tiramos da frente os novos hábitos que a tecnologia nos trouxe. Ao invés do elevador, use a escada, levante algumas vezes para tomar água quando estiver em frente ao computador, use o ônibus e desça um ponto antes do seu para caminhar, não assista televisão nas refeições.

Enfim, a tecnologia é uma grande aliada da vida moderna, mas deve ser controlada e não estar no controle.

Leia Mais:

As religiões e o Brasil

Por Vany Santos

Após muitos anos em uma determinada religião e constantes conflitos pessoais, percebi a necessidade em conhecer um pouco sobre as religiões. Na verdade, neste texto, fiz apenas uma pesquisa muito básica. São muitas as religiões no Brasil e no mundo, segundo dados do IBGE. Para poder entender um pouco mais, destaquei aqui algumas informações sobre as principais levantadas pelo IBGE.

Dados de 2010 (Censo do IBGE):

  1. Católica – 123.972.524 (65%)
  2. Evangélica – 42.275.440 (22,2%)
  3. Espírita – 3.848.876 (2%)
  4. Testemunhas de Jeová – 1.393.208 (0,7%)
  5. Umbanda – 407.331 (0,2%)
  6. Budismo – 243.966 (0,13%)
  7. Candomblé – 167.363 (0,09%)
  8. Novas Religiões Orientais – 155.951 (0,08%)
  9. Judaísmo – 107.329 (0,06%)
  10. Tradições Esotéricas – 74.013 (0,04%)

*Sem religião: 8%

Catolicismo no Brasil e no Mundo

No Brasil, o catolicismo é a religião que tem o maior número de fiéis e foi trazido na época da sua colonização. Através da Companhia de Jesus, os indígenas foram ensinados e catequizados na religião romana. Posteriormente, os franciscanos e outras ordens religiosas se instalaram no Brasil.

Crenças católicas

  • A fonte de fé católica é a Bíblia e a Tradição Oral da Igreja;
  • Os católicos acreditam na Santíssima Trindade, três pessoas – Pai, Filho e Espírito Santo – que formam um só Deus.
  • Creem na intercessão da Virgem Maria e nos santos, que eram pessoas que viveram de acordo com os ensinamentos bíblicos.
  • Todos os domingos e dias considerados santos, os católicos devem ir assistir a missa, onde é celebrada a Eucaristia e se escutam trechos da Bíblia que são comentados por um sacerdote.
  • Os fiéis acreditam que recebem a graça de Deus através do recebimento de determinados rituais, chamados sacramentos, ao longo da vida cristã. São sete sacramentos: Batismo, Crisma, Eucaristia, Confissão, Ordem, Matrimônio e Extrema-unção.

Protestantismo(Evangélicos)

História e crescimento do protestantismo

O movimento protestante surgiu na tentativa de  reformar a Igreja Católica, iniciada pelo monge agostiniano Martinho Lutero, no século XVI. Os motivos para esse rompimento incluíram principalmente as práticas ilegítimas da Igreja, além da divergência em relação a outros princípios católicos, como a adoração de imagens, o celibato, as missas em latim, a autoridade do papa, entre outros.

Crenças dos evangélicos
Para os protestantes, a salvação é conseguida por meio da graça e bondade de Deus e, para isso, cada pessoa pode se relacionar diretamente com seu criador, sem a necessidade de um intermediário, diferentemente da fé católica, a qual diz que o único método para obter a salvação é a partir dos sacramentos e rituais de purificação da alma realizados por intermediação de pessoas santificadas (padres, bispos, etc.).

Os protestantes defendem a crença de que a única autoridade a ser seguida é a “Palavra de Deus”, presente na Bíblia Sagrada. De acordo com esse ponto de vista, pela ação do Espírito Santo, os cristãos, ao lerem a Bíblia, teriam uma maior harmonia com Deus. Por esse motivo, a partir da Reforma Protestante, a Bíblia foi traduzida para diversas línguas e distribuída sem restrições para as pessoas.

Espiritismo

Espiritismo surgiu na França, no ano de 1857, após minuciosos estudos e profundo trabalho de investigação desenvolvidos por Hippolyte Léon Denizard Rivail, que mais tarde passaria a utilizar o pseudônimo Allan Kardec.

Allan Kardec era pedagogo, autor e tradutor de diversas obras dedicadas ao ensino. Homem culto, podia facilmente exprimir-se em francês, sua língua mãe e também em alemão, inglês, holandês, italiano e espanhol. Era bacharel em letras e em ciências. Como educador, lecionou Química, Matemática, Astronomia, Física, Fisiologia, Retórica, Anatomia Comparada e Francês.

Dotado de poderoso senso crítico e espírito investigativo, dedicou-se ao estudo de fenômenos atualmente conhecidos como paranormais ou parapsíquicos. Inicialmente, empenhou sua atenção em um fenômeno conhecido como “Mesas Girantes”, que consistia no movimento involuntário de mesas e outros objetos pesados em torno dos quais reuniam-se várias pessoas. Tais fenômenos tornaram-se objeto de curiosidade e divertimento para a sociedade européia da época.

Kardec concluiu que tais fenômenos possuíam origem inteligente e que eram provocados por seres humanos que viveram na terra, a quem chamamos “mortos” e que depois ele chamaria de “desencarnados”. Estes espíritos vivem em outras dimensões, fora do alcance de nossas percepções, que chamou de “Mundo dos Espíritos”. Verificou ainda que, para que estes espíritos pudessem se manifestar e atuar sobre a matéria, era necessária a presença de certas pessoas, que lhes serviam de intermediário. A estas pessoas Kardec chamou de médiuns.

Através de seus estudos sobre manifestações conhecidas como psicografia ou escrita mediúnica, Allan Kardec dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na orientação dos espíritos. Nascia então a Doutrina Espírita.

Fonte: Cavalcante, José Benevides (2011), Fundamentos da Doutrina Espírita. Capivari-SP, Editora EME

ww.uniaoespiritadepiracicaba.com.br/como-surgiu-o-espiritismo

Candomblé

Candomblé e Umbanda- Qual é a diferença

Essas duas religiões são significativamente diferentes em suas características essenciais e o único fato que têm em comum é a adoção de elementos da cultura religiosa afro-brasileira e cristã.

As diferenças em linhas gerais

  • As entidades cultuadas – apesar de partilharem alguns orixás, a natureza das entidades cultuadas no Candomblé e Umbanda se diferem bastante.
  • Os procedimentos, rituais e cantos praticados no cultuo de cada religião são diferentes, raros são aqueles que coincidem.
  • Os elementos culturais que compõem o sincretismo – apesar das duas religiões utilizarem o sincretismo religioso, elas o fazem de maneira diferente.
  • O uso das forças metafísicas acionadas também se diferem.

Os orixás

No Candomblé, os Orixás são considerados deuses, enquanto na Umbanda eles são considerados como espíritos ancestrais que se comunicam através de guias/falanges.

Origem

O Candomblé é uma religião africana que existe desde os tempos mais remotos naquele continente, e é por isso que o candomblé possui muito mais referências africanas em seus rituais do que a Umbanda.

Já a Umbanda é uma religião brasileira formada por volta de 1908 através do sincretismo católico-feitichista, necessário em uma época de grande repressão das religiões africanas.

Incorporações

No Candomblé não existem incorporações de espíritos ou orixás. As entidades apenas oferecem energias naturais e puras, e as leituras das mensagens trazidas por eles são feitas através dos búzios. Já na Umbanda, a consulta é feita através de um médium “incorporado”, e os trabalhos são feitos pelo espírito ali incorporado com seus elementos rituais.

http://www.wemystic.com.br/…/candomble-e-umbanda-conheca-as-diferencas-entre-as-duas.

Sem religião

Cresce número de pessoas sem religião, dizem especialistas do RS. Para antropólogo, crença no sagrado existe e não precisa de mediadores. Grupo já soma 5% da população do estado e 8% da brasileira.

Cada vez mais cresce no país o número de pessoas que se consideram “sem religião”. Sem uma ligação religiosa com qualquer crença tradicional, elas se dizem mais felizes. No Rio Grande do Sul, esse grupo soma 5% da população, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Não ter uma religião não significa a perda da fé. De acordo com o antropólogo Rodrigo Toniol, a crença no sagrado existe, mas não precisa de mediadores. Ela está dentro de cada um na forma de energia e espiritualidade.

“Quem se declara como sem religião é, sobretudo, jovem, com idade média de 26 anos. Eles não rejeitam valores religiosos, mas sim a institucionalidade ou até mesmo a mediação de sacerdotes o de uma igreja, por exemplo”, diz o estudioso.

Toniol, que faz parte do Núcleo de Estudos de Religião da UFRGS, diz que o fenômeno dos “sem religião” ganhou força nos últimos anos: o grupo aumentou 70% em duas décadas e hoje representa 8% da população brasileira, de acordo com o censo do IBGE.

“Há 8% de declarantes sem religião, o que significa que se eles fossem considerados como uma religião, seria a terceira maior do país, perdendo apenas para católicos e evangélicos. Espiritualidade e energia são duas palavras-chaves para entender este fenômeno”, explica o antropólogo.

O professor de educação física Tiago Frosi é um admirador da filosofia oriental e garante que encontra a energia na meditação. “É como se fosse essa ideia de que somos parte da natureza do universo, mas não apegado a à ideia de um Deus fora de nós, o qual temos que adorar. Acho que esta divindade, este sagrado, é parte de nós mesmos e de tudo o que está à nossa volta”, diz.

Frosi diz ainda que atualmente se sente mais feliz e mais conectado com os outros do que quando estava inserido em uma religião organizada.

O professor de artes marciais Rodrigo Leitão também buscou apoio em muitas religiões, e procurou tirar de cada uma aquilo que acreditava. “Eu acredito em tudo um pouco e ao mesmo tempo em nada disso, mas não sou sem fé. Eu tenho muita fé na física, por exemplo”, conclui.

g1.globo.com/…/cresce-numero-de-pessoas-sem-religiao-dizem-especialistas-do-rs.ht..

Outras religiosidades

Tradições Esotéricas – 74.013 (0,04%)

As tradições esotéricas reúnem 74.013 adeptos, e estes são subdivididos em 2 correntes. A primeira é composta por grupos e movimentos religiosos com formação no começo do século XX, no geral, com doutrinas em apoio nos valores como positivismo e racionalismo; a Sociedade Brasileira de Eubiose, a cabala e as tradições ciganas são exemplo.
A segunda corrente é ligada aos movimentos libertários dos anos 1960, em especial com influência dos movimentos new age e hippie, por práticas orientais, e por cultos; o Vale do Amanhecer é exemplo.

Judaísmo – 107.329 (0,06%)

O Judaísmo reúne 107.329 pessoas e ocupa a nona posição entre as 10 maiores religiões do Brasil, e é uma das 3 principais religiões abraâmicas. A definição do Judaísmo se resume a “religião, filosofia e modo de vida” do povo judeu.
A origem é na Bíblia Hebraica, e o Judaísmo é explorado nos textos seguintes, como Talmud, é caracterizado por judeus religiosos como expressão do relacionamento e aliança criada entre Deus com os Filhos de Israel. Ela aparece na lista das maiores religiões do mundo também.

Novas Religiões Orientais – 155.951 (0,08%)

As novas religiões orientais são representadas por 155.951 adeptos, sendo oitava posição nesta seleção, e o destaque é para Hare Krishna que chegou ao Brasil em 1974, Perfect Liberty de 1958, e Seicho-no-iê de 1930.

Budismo – 243.966 (0,13%)

Budismo é religião e filosofia não-teísta, abrangendo diversidade de tradições, práticas e crenças, com base em ensinamentos de Siddhartha Gautama, o Buda. Buda viveu e foi responsável pelo desenvolvimento dos seus ensinamentos no nordeste do subcontinente indiano, no período entre séculos VI e IV a.C..
Buda é reconhecido por adeptos como mestre iluminado, este conhecido por compartilhar suas idéias para auxiliar os seres no alcance do fim do sofrimento, atingindo o Nirvana, e escapando do que é denominado como ciclo de sofrimento do renascimento.

E possível viver sem agressão doméstica

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Por Rosana Ribeiro Fontana

Diz a música que “um tapinha não dói”. Será mesmo? Será que não é o começo para um caso de violência doméstica mais sério? Foi que resolvi escrever sobre os tipos de violências domésticas que a mulher sofre em sua própria casa.

Pesquisa feita pelo DataSenado em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência aponta aumento expressivo no percentual de mulheres que declararam ter sofrido algum tipo de violência doméstica. De acordo com o levantamento, de 2015 para 2017, o índice passou de 18% para 29%. A pesquisa, feita a cada dois anos desde 2005, sempre apontou resultados entre 15% e 19%.

Outro dado importante está no site do governo brasileiro (www. brasil.gov.br), que fala da Lei da Maria da Penha, classificando as diversas formas de violência. Não é só agressão física, vai muito além disso. Há várias formas: tapa no rosto, puxar o cabelo, violência verbal, forçar relação sexual, entre outras coisas.

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Veja isso:

Violência física: • Tapas • Puxões de cabelo • Tentativa de asfixia • Empurrões • Beliscões • Ameaça com faca • Chutes • Mordidas • Tentativas de homicídios • Bofetadas • Queimaduras

Violência psicológica: • Humilhações • Danos propositais a objetos queridos • Ameaças de agressão • Danos a animais de estimação • Privação da liberdade • Danos ou ameaças a pessoas queridas • Impedimento ao trabalho • Impedimento de contato com a ou estudo família e amigos

Violência sexual: • Expressões verbais ou corporais que não são do agrado da pessoa • Toques e carícias não desejados • Exibicionismo e voyerismo • Prostituição forçada • Participação forçada em pornografia

Muitas se calam por medo ou ignorância. Quando falo ignorância me refiro ao fato de acharem que o que estão passando é “normal”. Algumas chegam a dizer: “Não foi por culpa dele, eu o provoquei! Fui eu que deixei ele nervoso”. Neste caso, ela não percebe a violência psicológica que está sofrendo. Além do homem cometer certo tipo de violência contra a sua esposa, também tem o fato de colocar a culpa nela.

De acordo com Aparecida Gonçalves, secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (SPM), o silêncio também passa por questões econômicas e culturais. “A maioria não denuncia porque tem medo. Ainda existe a questão cultural de servir, de o sexo ser uma obrigação.

O medo dessa mulher agredida de não denunciar a violência doméstica, muitas vezes, deve-se também ao fato de ter filhos. Muitas dependem financeiramente do agressor e têm medo de perder os filhos na Justiça. Por isso que se sujeitam a todo tipo de humilhação.

Por outro lado, elas têm pouco apoio nos serviços de saúde. Os profissionais têm muito pouco conhecimento acerca do que fazer nestes casos, já que a sua formação raramente inclui algum conhecimento técnico específico sobre o tema. Falta realmente capacitação para lidar com o problema pode demandar conhecimento psicológico.

Muitas vítimas não sabem que existem leis que podem protegê-las, além da própria Lei Maria da Penha. O governo federal, por exemplo, criou unidades chamadas de “Casa da Mulher Brasileira”, lugares que integram no mesmo espaço serviços especializados para os diversos tipos de violência contra a mulher: acolhimento, delegacia, Ministério Público, etc. Desde 2013, foram criadas duas unidades – uma em Brasília e outra em Campo Grande – e outras cinco estão em construção.

Outra lei importante é a lei n.º 10.778, de 24 de novembro de 2003, que estabelece a notificação compulsória, no território nacional, dos casos de violência contra a mulher, atendidos em serviços públicos e privados de saúde. Por isso, ao sofrer violência é preciso falar para um médico.

Antes do mais nada, a mulher precisa reunir forças para reconhecer o que está vivenciando em sua casa. Precisam olhar mais para dentro de si.  Depois, buscar ajuda, procurar uma pessoa de sua confiança para se abrir e contar tudo o que está passando. Fortalecer-se. Sei que muitas vezes não será fácil, mas ela precisa dar um basta e acreditar que consegue viver sem agressão.

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