Comemos apenas para suprir as necessidade fisiológicas de nosso corpo?

Por Ana Hellen Guedes

ObOB

A obesidade é uma doença. Este texto oferece informações sobre como o aspecto psicológico pode levar alguém à obesidade.

De acordo com a pesquisa realizada em 2013 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com Ministério da Saúde, identificou-se que 60% dos brasileiros estão acima do peso, dado esse que envolve parte considerável da população desde as crianças até os idosos.

O mesmo instituto ainda afirma que  “nem sempre estar abaixo do peso indica desnutrição. A desnutrição também pode estar presente na obesidade, quando faltam os nutrientes necessários”. Ou seja, quando uma pessoa em sua dieta cotidiana passa a consumir alimentos pouco nutritivos, como gorduras e frituras, no lugar de alimentos saudáveis, como arroz, feijão, frutas, verduras e legumes. Essas circunstâncias de desnutrição podem ser decorrentes de outros fatores também, como os aspectos genéticos, ambientais e psicológicos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a população mundial vive em países onde o sobrepeso e a obesidade matam mais do que condições relacionadas com o baixo peso.

Uma pessoa obesa não está nessa condição porque simplesmente quis assim. O consumo exagerado pode nascer de um hábito em consumir alimentos hipercalóricos sem muitas preocupações com as consequências futuras. Essa mesma pessoa, talvez tenha um pouco de consciência sobre o que isso pode acarretar.

Mas o porquê da continuidade, se tudo em demasia corre riscos de trazer consequências desagradáveis?

Alguns especialistas acreditam que seja a dificuldade de lidar com as emoções, principalmente as traumáticas como os de frustrações, medos, inseguranças, preocupações, que estimulam a procura por coisas externas para suprir as tensões diárias.

Nesse caso, a comida é um álibi não favorável, pois o consumo dela para melhorar esses aspectos emocionais pode não ser eficaz.  A função do alimento é nutrir as  necessidades físicas de nosso corpo e não as  do emocional. Sendo assim o excesso pode acarretar outros problemas de saúde como por exemplo, Diabetes Tipo 2, doença cardíaca, pressão alta e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

“O pior cárcere não é o que aprisiona o corpo, mas o que asfixia a mente e algema a emoção” (Augusto Cury).                                                                                                    

Portanto, procure dar para seu corpo aquilo que ele necessita, não mais que isso. A comida deve contribuinte apenas para suprir as nossas necessidades. Deixe cada pequena informação sobre o assunto  te esclarecer e auxiliar no processo de mudança de hábito.

Libere  suas emoções, gaste a energia carregada e absorva as leves. Não permita o excesso  e assim seu corpo agradecerá com longos anos de vida.

Boa Sorte!

Referências:

http://veja.abril.com.br/saude/ibge-mais-da-metade-dos-brasileiros-esta-acima-do-peso/   http://www.valparaiso.sp.gov.br/site/secretaria-de-saude-realiza-projeto-setembro-vermelho/

Anúncios

Ser mestre não significa ter razão absoluta

Por Ana Hellen Guedes

Moby Dick é uma história que traz ao leitor um questionamento sobre até que ponto chega um ser humano induzido por um sentimento, nesse caso o da vingança, para alcançar um objetivo.

Os capítulos mostram que esse sentimento específico motivou um líder a levar seus discípulos e a si para um dos piores ou o pior final que existe, a morte.

O   objetivo ali na missão era único e de interesse apenas do capitão: matar uma baleia (Moby Dick) que tinha arrancado sua perna anos atrás, por instinto e sobrevivência. Mas esse líder esqueceu de zelar pela segurança e ter o mesmo respeito que seus liderados tinham para com ele.

Portanto, foi notório que é preciso analisar e repensar todas as circunstâncias de uma ação como aquela; análise que foi ignorada por conta de um objetivo que era único, egoísta e insano.

A mensagem mais marcante é a de que nossos sentimentos nem sempre devem ser levados tão a sério, principalmente os que levam a nós e aos nossos a caminhos sombrios.

No livro, o sentimento negativo de vingança foi alimentado até suas últimas consequências, envolvendo homens que estavam ali apenas por lealdade e obediência, virtudes essas que não foi suficiente para o capitão repensar suas atitudes e esquecer sua cede de vingança. Como já diziam “ a vingança nunca é plena, mata a alma e envenena”.

Imagem Moby

O não repensar levou a trama para um dos melhores desfechos e a conscientização que não poderia ser esquecida pelo homem: a importância de que a natureza, sem dúvidas, é maior que o ser humano e que, mais cedo ou mais tarde, ela sempre supera a vontade um tanto incorreta que temos de modificá-la para evoluir as várias áreas de nossa vida terrestre.

Os homens que embarcaram nessa missão, apesar de serem conservadores e de respeitarem seu mestre acima de quaisquer que fossem suas vontades e intuições diante da morte, talvez se tivessem tentando parar o capitão de alguma forma, prendendo-o e voltando para casa por exemplo, teriam um final mais digno. Mas ninguém sabe qual realmente tinha que ser o final   daqueles homens, então, qualquer mudança no que foi escrito é referente ao que cada um acha certo ou não, induzidos por sentimentos e valores pessoais.

 

O Movimento e suas possibilidades

Por Ana Hellen

movimento

É possível notar, sem muitos critérios de avaliação, o aumento no número de praticantes de exercícios físicos -com e sem orientação- no país. Poucos, porém, têm a indicação e orientação necessárias para a prática, desconhecendo inclusive os malefícios de um exercício realizado sem orientação. Os interesses para praticar são diversos e nem sempre estão voltados para o que mais importa: desenvolver o corpo e mente e prevenir doenças que podem afetá-los futuramente.

Entende-se exercício físico: a prática de atividades como esportes, ginásticas, lutas, danças, que por um tempo determinado e continuo seja realizado de forma sistemática, regrada, ritmada levando o praticante gradativamente a cada prática para um nível melhor de condicionamento físico e satisfação intelectual. Agora quando falamos em atividade física, seja qual for, estamos falando de qualquer movimento em que o corpo realiza após um estimulo do cérebro, que tire o indivíduo do modo “repouso” (nenhuma manifestação física).

Vemos nos parques, academias, clubes, escolas especializadas em danças, práticas esportivas, lutas, entre outros lugares, pessoas comuns e atletas de várias idades praticando vários tipos de atividades em busca de estética, melhora de patologias, alta performance em alguma prática especifica, mas é raro, apesar de ter aumentado, observar ou conhecer alguém que esteja nesses lugares para a prevenção que é um dos objetivos primários.

Portanto, caro amigo, não fique parado, movimente-se, procure uma atividade que lhe ajude a liberar as energias e que melhore seu condicionamento, pois muito mais proveitoso é descobrir os benefícios que os exercícios podem trazer para sua saúde…

Grande abraço e mexa-se!