A vida sofrida de um pequeno órfão

Por Mariana Barreto

A história de Oliver Twist mostra a vida de um garoto pobre, órfão e que é transferido de um orfanato a uma casa de correção, onde sofre com a fome e é trocado por um penny (moeda usada no século XIX na Inglaterra) para fazer trabalho escravo.

Em meio à história, Oliver conhece o “Matreiro” (jovem que tenta ajudá-lo) e é levado para um lugar onde há várias crianças e um senhor nomeado Fagin. Mesmo sem saber o que ocorre naquele lugar, ele permanece, pois ali é melhor que o lugar onde vivia antes.

Mariana

Depois de um tempo, Oliver vê e entende que todos aqueles que eram comandados por Fagin são na verdade pequenos ladrões. A partir daí, começam a treinar Oliver para que possa ajudar nesse trabalho sujo.

Ao tentar praticar o primeiro roubo, Oliver é pego e levado ao tribunal, para ver o que acontece, e assim conhece um bondoso homem em quem finalmente enxerga um possível pai.

Fagin teme que ele denuncie seu esquema. Para evitar isso, Fagin planeja um assalto à casa do rico Sr. Brownlow (pai desejado por Oliver) e assim vão ocorrendo alguns fatos finais.

Achei interessante (o livro e o filme), pois mostra uma história que em muitos casos existe. E assim podemos conhecer mais um pouco da realidade mostrada no livro. E é legal, pois no decorrer dos fatos nós começamos a imaginar o que está para acontecer, e assim querendo conhecer mais e mais do livro.

Eu gostei da história, pois podemos ver que, mesmo com tudo, Oliver não perde a motivação e está sempre lutando por sua vida. Não tem algo que eu tenha gostado menos, pois ao todo é uma boa história e não existe algo concreto para ser taxado fora de meu gosto, mas poderia sim ter partes melhores.

Eu particularmente mudaria a parte em que Nancy (garota da vida que tenta ajudar Oliver) morre, pois vemos que ela tem um bom coração, mesmo fazendo parte da gang.

 

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Alma não tem cor

Por Mariana Barreto

preconceito racial é o que mais se encontra em todo o mundo, pois as pessoas julgam as demais por causa de sua cor, ou melhor, raça. Tendo assim ações como o tratamento diferente dos brancos, sendo visível quando os negros, indígenas e todos aqueles que não possuem pigmentação branca, recebem um salário menor ou até mesmo quando são retirados de um local apenas por não serem brancos. Seria fácil se fossem só esses dois exemplos citados, mas acontecem coisas piores, que podemos vivenciar a todo instante.

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No Brasil, o racismo tem sido frequente, desde que houve os primeiros contatos entre os portugueses e os africanos, no século XVI. Podemos usar como exemplo desse tipo de preconceito a escravidão, que era algo essencial para os portugueses, que viam os negros e os indígenas como pessoas inferiores.

Atualmente, não é mais exercido esse tipo de preconceito. Mas encontramos variados tipos de preconceito racial que ainda conseguimos perceber em meio à sociedade, como por exemplo: em escolas, na saúde e até mesmo em empresas.

De modo totalmente desumano, os negros, que são as principais vítimas, são taxados com maior desigualdade simplesmente por serem de tal cor.

A República Federativa do Brasil tem na Constituição a dignidade da pessoa humana como um de seus fundamentos e leis que possuem como objetivos a construção de uma sociedade livre, justa, solidária, assim como o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, cor ou de qualquer outra espécie e consagra a igualdade como direito essencial para a convivência humana em meio à sociedade.

O primeiro passo para combater esse preconceito é saber respeitar as diferenças, não apenas de raça e que não tem essa de “ele é diferente de mim”. O passo essencial é refletir sobre seus atos, se colocar no lugar do outro e ver que somos todos iguais e que num momento ou outro iremos para o mesmo lugar. É obvio que nem metade das pessoas que praticam o preconceito racial irá se comover e parar para pensar, mas sei que ainda existem pessoas racionais que podem sim melhorar e ver o quanto isso é injusto.

Venho por meio deste texto mostrar um pouco da realidade que eu vivo, por ser daquela cor de meio termo (parda), onde se prevalece apenas o lado negro.