Distúrbio de personalidade: muitos em um só corpo

Por Giovanna Silva

De médico e louco, todo mundo tem um pouco? O velho ditado popular é sábio. Distúrbio de personalidade múltipla e bipolaridade são a mesma coisa? Em uma pesquisa com cerca de 100 pessoas, mais de 52% das pessoas não sabiam a diferença entre elas, outras 30% não sabiam que existem e 18% conhecem, mas não souberam explicar. Há menos de 150 mil casos por ano -de acordo com dados do Hospital Israelita A. Einstein de distúrbio de personalidade. Já a bipolaridade chega a mais de 2 milhões por ano.

Alguns sintomas dessas doenças são bem semelhantes, por exemplo a mudança de humor repentina, redução da necessidade de sono, entre outras. Mesmo com vários sintomas sendo parecidos, elas são completamente diferentes.

Começando por….

Distúrbio de personalidade múltipla, conhecida também por DPM. O DPM, é um transtorno caracterizado pela presença de dois ou mais estados de personalidade distintos. Não entendeu?; vou explicar melhor!

O transtorno de personalidade, conhecida também como dupla personalidade, geralmente é uma fantasia que a pessoa se impõe para fugir de algum trauma que ela teve na infância.

Ele é caracterizado por presença de duas ou mais identidades e personalidades desconhecidas, cada uma com um nome, histórico e características totalmente diferentes.

O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura, pode durar anos ou até mesmo a vida inteira.

As pessoas podem ter os seguintes comportamentos: automutilação, autodestrutivo e impulsividade no humor, ansiedade, ou sentindo-se separado de si mesmo.

Sintomas

Psicológicos: consciência alterada, depressão ou flashback também são comuns, amnésia alcoólica ou perda de memória

Existe um caso muito popular nos anos 60: a famosa múltipla personalidade de Eva, que começou com um livro e virou filme.

Conta uma história de uma mulher com múltipla personalidade. Eva White era uma dona de casa que após lapsos de memória e fortes dores de cabeças procurou um terapeuta e assim descobriu suas outras personalidades distintas: Eva Black, irresponsável e louca, e Jane, jovem agradável, mas sem memória. Para saber mais assista o filme abaixo:

Agora vamos falar um pouco sobre a bipolaridade…

Transtorno bipolar. Distúrbio associado a alterações de humor, que varia de baixos depressivos a altos maníacos.

Deu para entender? Então, você é o médico, o louco ou os dois juntos?

Fontes: Hospital Israelita A. Einstein, e o Livro Psicologia transtorno-de-personalidade-2

Sexualidade: Seu comportamento define quem você é?

Por Daniel Sousa

Sexualidade: Seu comportamento define quem você é?

“Ser um homem feminino. Não fere o meu lado masculino. Se Deus é menino e menina, sou masculino e feminino”, assim cantava nos idos dos anos 80 Pepeu Gomes, na música “Masculino e Feminino”.

Na sociedade, a maioria das pessoas define o que você é pelo seu comportamento. A ignorância e desconhecimento, muitas vezes, geram preconceito e até violência. Por isso, resolvi o abordar o assunto de forma a esclarecer as diferenças para tentar promover a igualdade.

O que é Orientação sexual?

A orientação sexual de uma pessoa indica por quais gêneros ela sente-se atraída, seja física, romântica e/ou emocionalmente. Ela pode ser Assexual (nenhum gênero – ou em raros momentos, simplesmente senti atração, porém não sexual), bissexual (atração por dois gêneros), Heterossexual (atração pelo gênero oposto), Homossexual (atração pelo mesmo gênero) ou Pansexual (atração por todos os gêneros).

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O que é Identidade de gêneros?

É nada mais nada menos com qual gênero uma pessoa se identifica, que pode ou não ser o gênero que lhe foi atribuído ao nascer. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. (Ex: Pessoas Transexuais podem ser Heterossexuais, Lésbicas, Gays ou Bissexuais)

A Transexualidade é uma identidade de gênero, e não como muitos pensam, uma opção sexual. Significa que não determina com quem o indivíduo se relaciona, e sim, com qual gênero se identifica, e procura fazer transição para o sexo oposto, daí o indivíduo torna se Transgênero.

Transgêneros são pessoas que se identificam com um gênero diferente do que quando nasceram, de maneira física e psicologicamente. (Ex: um homem que se tornou mulher – uma mulher trans, ou uma mulher que se tornou homem – um homem trans).

Pessoas transgêneros não possuem doenças ou transtorno mental, como muitos fazem acreditar com seus discursos de ódio.

O que são hermafroditas?

São pessoas que nascem com dois sexos, masculino e feminino. É causada por uma má formação embrionária, é possível viver normalmente dessa forma, mas pode ser resolvido através de cirurgia.

Talvez para muitos essas opções sexuais -ou talvez a falta delas- não sejam possíveis de aceitar, mas, ao entende-las é possível respeitá-las. Somente o respeito às várias formas de “ser” levará a sociedade a um entendimento maior dos seus próprios desejo e anseios. A dica é viver a diferença sem medo. #sejaoquefor.bandeira

A fantástica história de Moby Dick

 Por Giovanna Silva.

Moby Dick conta a história de um capitão chamado Acab que era obcecado por uma baleia branca. Seu único objetivo era destruir a baleia (Moby Dick) que arrancou uma de suas pernas e ele segue em busca de vingança, a ponto de levar todos seus marujos para um triste fim.

A mensagem principal da história é que nenhuma obsessão é boa e sim doentia. Por fim, além de provocar sua própria morte, a qual já estava prevista, Acab acabou levando junto todos seus seguidores, graças à sua sede de vingança.

Gostei da história por inteiro. Ela ensina que a vingança e obsessão por qualquer coisa não leva ninguém a lugar nenhum, que tudo nessa vida necessita de limites e que por teimosia, as coisas podem terminar muito mal.

Mudaria na história a quantidade de marinheiros mortos. Pois tinha muita gente inocente, que não merecia um final trágico por conta de um capitão louco, deixaria mais testemunhos vivos. Mas a história vale muito a pena de ser vista!

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UMA AMBIÇÃO PELA GLÓRIA QUE LEVA À MORTE

Por Washington Gomes

O livro e o filme Moby Dick tratam da ambição de um capitão de um navio baleeiro em busca de vingança a um cachalote que devorou sua perna. Após isso, o capitão reúne uma tripulação e vasculha o imenso oceano para ir em busca do grande cetáceo branco e assim capturá-lo. Mas, ao final, acaba levando todos à morte, com seu obcecado objetivo. Apenas uma pessoa se salva: Ismael, o mesmo que conta essa fantástica história.

Uma das mensagens principais que o filme e o livro transmitem é que não devemos enfrentar a natureza, porque a mesma pode se virar contra nós. Porém, a obsessão de Acab, capitão do navio baleeiro é tão grande que ele ignora a força da natureza e acaba não só morrendo, mas também levando toda a tripulação que o acompanhava na busca por Moby Dick também à morte – exceto Ismael.

O que mais me chamou atenção dessa história foi que Moby Dick, depois de várias tentativas de captura, com todos os seus ferimentos e quase sempre perseguido, deu a volta por cima, matou os caçadores que buscavam a sua morte e pode viver no imenso oceano em paz, como deve ser na natureza.

Se eu pudesse mudar a história, eu interromperia a caça da baleia Moby Dick, evitando várias mortes dos marujos e deixaria a baleia sem os ferimentos dos arpões, causados pelos caçadores, preservando o animal e a natureza.

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O País das Maravilhas está dentro de nós: é onde enfrentamos os medos

Uma história fantástica sobre como enfrentar os nossos medos. Foi essa a principal interpretação que os alunos do Curso de Comunicação e Expressão de CETECC fizeram de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll.

A cada turma deste curso os alunos estudam um clássico da literatura. E para aprimorar a capacidade de análise, comparam cada capítulo do livro ao trecho equivalente de um filme com base na mesma obra.

No segundo semestre de 2016, a história escolhida foi a de Alice, adaptada para o cinema por Tim Burton. As diferenças entre as duas versões aumentaram o desafio, mas os alunos do CETECC demonstraram uma compreensão profunda da mensagem, o que é um dos objetivos do curso.

Anaíde Alves Porto apresenta a obra a quem não conhece. “No livro, Charles Lutwidge Dodgson, conhecido como Lewis Carroll, conta a história de Alice ainda criança. Uma menina sonhadora e com muitos medos, que faz uma estranha viagem num mundo subterrâneo e vive muitas aventuras com alguns animais falantes: o Coelho Branco, a tartaruga falsa, o grifo e outros. Tinha também o chapeleiro, que não era um animalzinho falante e sim um homem”.

Teresa Sonhos dá mais alguns detalhes. “Alice fazia companhia à irmã que estava lendo um livro. Ao ver um Coelho branco com um relógio no bolso, corre atrás dele, cai na sua toca e encontra várias portas e uma chave. Depois de beber um líquido e diminuir, ela entra em um mundo em que os animais falam. De volta ao tamanho natural, vive aventuras imaginárias”.

Retornamos para Anaíde, que aponta o diferencial da versão cinematográfica. “No filme, Alice volta já adulta ao País das Maravilhas e revive toda a história, com a missão de matar o Jaguadarte”.

Apaixonada pelos livros desde a infância, no interior de Pernambuco, Anaíde conclui: “É uma história que diz muito sobre os nossos medos particulares. Matar o Jaguadarte significou para Alice matar os seus medos, portanto, também os nossos”.

Cuidado com as armadilhas

Ana Hellen Guedes segue a interpretação na mesma linha. “Entendi que os sonhos devem ser seguidos, descobertos e conquistados, mas que, para isso acontecer, por mais íntimo que os mesmos sejam, é preciso enfrentá-los e tomar cuidado com as armadilhas que todo o percurso pode apresentar”, diz.

E o desafio da protagonista, afinal, era também de entendimento, como o dos alunos. “Alice procurou descobrir o que o sonho dela realmente era e o que precisava fazer para que soubesse ao menos interpretar seus desejos”, analisa Ana Hellen.

A jovem estudante de Educação Física decifra a personagem: “Desvendando os mistérios, enfrentado seus medos e descobrindo qual é o real sentido das coisas em sua vida. Prazer, Alice”.

Aprendendo com os erros

Para Renata Guedes, a obra deixa lições marcantes até para os desafios do trabalho e cita um exemplo. “O aprendizado nas entrelinhas do texto é que devemos aprender com os próprios erros. E que devemos encarar de frente os nossos medos para poder evoluir e crescer como ser humano e até mesmo profissionalmente. No filme, o Chapeleiro Maluco enfrentou o medo da rainha e fez vários chapéus para ela, mesmo sabendo que era exigente e podia mandar lhe cortar a cabeça, caso não a agradasse”.

Perguntada se mudaria algo na história, Renata gostaria que o filme terminasse com a Rainha Vermelha e a Rainha Branca se entendendo. “A Rainha Vermelha não aceitou que não houvesse luta entre a Alice e o Jaguadarte, mostrando toda a maldade que a inveja pode causar, afastando duas irmãs”, avalia.

Que caminho tomar?

André Macário achou a obra espetacular e destaca o famoso diálogo entre Alice e o Gato de Cheshire, também conhecido como o gato que ri. Alice pergunta qual era o caminho para sair daquele lugar. Ele responde: ”Isso depende de onde você quer chegar”. Ela diz que “o lugar não importa muito”. E o gato conclui: ‘Então não importa que caminho você vai tomar”.

Para André, o mesmo pode acontecer com qualquer um de nós. “Sempre queremos chegar a um lugar, mas nem sempre não sabemos qual”.

O mais importante é a descoberta feita por ele após essa aventura. “Há um País das Maravilhas dento de cada um de nós, basta a gente acreditar”.

O poder da imaginação

Fátima Anabel elogia a habilidade de Lewis Carroll em nos conduzir por uma história densa de forma divertida. “O autor narra a imaginação de uma criança, mostrando um mundo de Ilusão e ao mesmo tempo de muito medo. Ele nos envolve, fazendo com que todos levemos para a maturidade a criança que existe em nós neste mundo de imaginação e desafio, mostrando bem o lado do medo, que é algo que muitas vezes nos prejudica pela vida afora”, diz.

Anabel ressalta a força da imaginação. “No texto, Alice enfrenta todas as dificuldades ao seu modo de criança. É uma história infantil mostrando que, mesmo na maturidade, precisamos ter nosso mundo de imaginação e desafios, e que aprendemos sempre trabalhar com o medo que existe em todos nós”, afirma.

Mudando de tamanho

Ana Lúcia dos Anjos adorou a experiência de ler trechos do livro intercalados com cenas do filme. “Foi ótimo assistir o filme com o livro, porque compreendemos melhor a leitura e não fica cansativo”, afirma.

Ela elogia a viagem que Lewis Carroll proporciona ao leitor.  “O livro faz com que viajemos para o paraíso com Alice. Ele nos faz sentir parte da história e imaginar os lugares que a Alice esteve. Isso é surreal!”, encanta-se.

Também chamaram a atenção de Ana Lúcia as mudanças de tamanho da Alice ao longo da história. “Seria tão bom se pudéssemos mudar de tamanho dependendo da situação”, diz.

E ela dá uma sugestão nova para o final do filme. “Faria o casamento de Alice com o Chapeleiro. Parece que ele se apaixonou por ela. Os dois fariam um lindo par romântico”, acredita.

Uma menina sábia

Natividade ficou admirada com duas características marcantes da protagonista. “Alice é uma menina muito sábia nas histórias com os personagens e muito divertida”.

Já Geovana Martins Rezende preferiu a Alice crescida do filme. “Porque quando ela é criança a gente fica em dúvida se é tudo imaginação, mas quando ela adulta achamos que é realidade”.

Cristiane Martins Santos ressalta sua preferência. “O que mais gostei do filme foi quando Alice vence o medo e enfrenta o dragão”.

Ela não mudaria nada na história “Foi uma fixação”

Teresa Sonhos resume a sensação de todos ao final da leitura. “É uma história infantil, mas os adultos gostariam de estar nela, vivendo essas aventuras”.

E Anaíde dá a sentença final: “Eu cortaria a cabeça da Rainha de Copas”.

 

 

O que leva as pessoas a morar nas ruas?

Por Teresa Sonhos

De acordo com a Secretaria Nacional de Assistência Social, a população em situação de rua se caracteriza pela condição de pobreza absoluta, vínculos interrompidos ou fragilizados e falta de habitação convencional regular.

Entre os principais fatores que podem levar as pessoas a morar nas ruas estão: ausência de vínculos familiares, perda de algum ente querido, desemprego, violência, perda da autoestima, alcoolismo, uso de drogas e doença mental.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome realizou uma pesquisa em 71 cidades brasileiras e identificou quase 32 mil pessoas morando nas ruas. Entretanto, cidades importantes não fizeram parte desse levantamento.

Apesar de alguns programas sociais, poucas políticas públicas são desenvolvidas para solucionar esse problema. As Organizações Não Governamentais (ONGs) e as Instituições Religiosas se destacam nos serviços de amparo a essas pessoas, atuando na distribuição de alimentos, roupas e cobertores. Outro trabalho de assistência são os abrigos temporários e os albergues que, de um modo geral, são considerados insuficientes para suprir a demanda dessa população.

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Maioria de homens

Outra pesquisa, coordenada por Lindomar Boneti, doutor em Sociologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), e publicada pelo jornal Gazeta do Povo, revela que conflitos familiares, desemprego e fracasso escolar estão entre as causas que levam as pessoas a morar ao relento.

Segundo o estudo com 300 moradores de rua de Curitiba, 82% desta população são homens. Mais da metade (52%) tem entre 25 e 44 anos de idade. Quanto à raça, 39,1% se declararam pardos, 29,5% se disseram brancos e 27,9% se identificaram como negros.

Do total de indivíduos pesquisados, 48,4% estão fora de casa há mais de dois anos. Dois em cada três (69,6%) dormem na rua, enquanto 22% costumam dormir em albergues ou outras instituições.morador-de-rua-1

O morador de rua Eronil Guedes e a companheira Sirlene Silva (foto Gazeta do Povo)

Mais de 20 anos nas ruas

O guardador de carros Eronil Ribeiro Guedes morou mais de 20 anos nas ruas, ao lado da companheira Sirlene Rodrigues da Silva. Somente depois de todo esse tempo ele conseguiu alugar uma casa por R$ 180 por mês. “A casa não vai ter nada ainda, mas vamos ter um teto para morar. Chega de sofrer na rua”, contou Eronil à Gazeta do Povo.

Minha experiência como voluntária

Sou Teresa Sonhos, 67 anos, assistente social. Trabalho como voluntária há 22 anos em uma Instituição Espírita (Fraternidade Terceiro Milênio), onde atuo com doações de cesta básicas, visitas a orfanatos, asilos, creches e moradores de rua e ainda junto a outras instituições.

Atuo ainda em meu próprio projeto realizações de sonhos, com doações de geladeiras, fogões, cadeira de rodas, etc.

No Natal passado, distribuímos 300 quentinhas e cobertores aos moradores de rua da zona sul de São Paulo. Uma experiência maravilhosa e gratificante.

Em breve, quero montar uma ONG para ajudar as pessoas. Esse é meu objetivo de vida.

Recomendo essa reportagem do SBT (Os Filhos da rua):  http://www.msn.com/pt-br/noticias/videos/quais-os-motivos-que-levam-uma-pessoa-a-morar-na-rua/vi-AAhsZ6w

Alice sonhos e medos

Por Michael Alves

Um mundo louco é onde a pequena ou a grande Alice vão parar. Li recentemente Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, e assiste o filme de mesmo nome, do diretor Tim Burton, no curso de Comunicação e Expressão, do Cetecc.

Gostei das duas versões. No filme, Alice tem medo de casar e crescer e não ser mais a mesma criança. No livro, Alice é curiosa e esperta. Gostei do final, quando Alice acorda e diz para sua irmã que teve um sonho louco. Da história, eu apenas mudaria a parte em que ela cresce e diminui muitas vezes.alice-michael

Alice contra todos os medos

Por Maysa  Oliveira

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A transição de um jovem para a vida adulta é um momento delicado para a maioria dos meninos e meninas, que têm de se desprender dos confortos da vida infantil. Por isso, ao se deparar com o universo de Lewis Carroll, no livro Alice no País das Maravilhas, é possível entender a necessidade de ultrapassar os obstáculos que aparecem na nossa vida e dos momentos que precisamos nos impor e expor nossas opiniões para o mundo, até mesmo para os nossos pais.

Alice no País das Maravilhas foi inicialmente um conto escrito por Lewis Carroll, publicado em 1865; e em 2010 foi lançado nos cinemas com a direção de Tim Burton.

No filme, Alice já tem 17 anos e está em momento de transição para a vida adulta. Sente muitos medos quando percebe que deverá deixar de ser criança. Corre, seguindo um coelho branco e acaba caindo em um buraco que consequentemente a leva para o País das Maravilhas, onde todos a conhecem e dizem a ela que já esteve lá (quando criança). Alice fica inicialmente apavorada diante de tantas loucuras ditas inimagináveis. É posta ‘’frente a frente’’ com seus maiores medos.

Aos poucos a menina vai se acostumando com sua nova realidade e vai vencendo seus medos. Seu maior desafio é matar o Jaguadarte e felizmente ela consegue esse grande feito.

Tive oportunidade de ler o livro e ver o filme no curso de Comunicação e Expressão do Cetecc. Gostei muito do contexto histórico. Mudaria na obra a morte do Jaguadarte, pois na minha opinião não é necessário matar algo, alguém ou alguma situação para ‘’vencer’’.

O modo certo de vencer um medo é confiar, acreditar em si e educar o que se julga estar errado, pois todos falhamos e temos o direito de da compreensão. Alice devia ter feito com o Jaguadarte como ele fez com o Bandersnatch. Ela o compreendeu e cuidou dele. E a única consequência possível dessa demonstração de amor, carinho e empatia, é a amizade e o famoso final feliz entre dois seres.

 

Sonhos virando realidade

Por Lucas Vinicius

Alice no País das Maravilhas, escrito por Lewis Carroll, é um livro lúdico, que conta a aventura de uma jovem em um mundo desconhecido por ela, com criaturas mitológicas, animais que falam e algumas seres um tanto quanto esquisitos, mas que fazem com que você a cada página sempre queira mais.

Além de ler o livro, também tive a oportunidade de ver o filme do diretor Tim Burton. Nele, Alice é uma adolescente muito pensativa que tem algumas ideias e faz com que as pessoas olhem para ela achem que ela vive em um outro mundo.

Mas, quando ela entra no país das maravilhas, tudo que ela sonhava praticamente se torna realidade. Neste ponto, o filme não é muito diferente do livro. A história é igual, mas contada de um jeito diferente. Isso me fez gostar de ler e assistir ao filme e ver como o diretor interpretou e expôs a história do livro de uma maneira diferente.

Eu não mudaria nada. Eu gostei de tudo e, principalmente, das criaturas criadas pelo escritor que são misturas de muitos animais como o Absolem, a sábia lagarta azul.

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Heróis diferentes, mas unidos

Por Lucas Vinicius

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A DC Comics é uma empresa especializada em histórias em quadrinhos, que oferece aos seus fãs diversos personagens, cada um com a sua história, mas que acabam se envolvendo a favor de um só princípio: salvar o mundo. Por isso, na minha opinião as histórias nos HQs e filmes da DC Comics são as melhores.

Nem todos os personagens têm os mesmos princípios e poderes. Alguns nem mesmo têm poderes, como por exemplo o Cavaleiro das trevas Batman, que viu seus pais morrerem quando era criança e mesmo sem nenhuma atribuição ao seu favor, como Superman, ele protege a cidade com as próprias mãos.

A sigla DC significa Detective Comics, o título de uma história em quadrinhos de Batman, publicada em 1939. Os super-heróis criados pela DC Comics fazem parte do chamado “Universo DC”, que consagrou Batman e Superman, os personagens mais famosos criados pela DC Comics.

DC Entertainment, fundada em 1934, nos Estados Unidos, criada por Malcolm Wheeler-Nicholson, é uma editora de histórias em quadrinhos e mídias relacionadas, sendo considerada uma das maiores companhias ligadas a este ramo no mundo.

A empresa é subsidiária da companhia Time Warner e detém a propriedade intelectual de muitos dos mais famosos personagens de quadrinhos daquele país, como BatmanSupermanMulher-MaravilhaLanterna VerdeFlashAquaman, Arqueiro VerdeAsa NoturnaCaçador de MarteShazam e seus grupos como Liga da Justiça da América, Sociedade da Justiça da América, entre outros.

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Sociedade da Justiça da América (do inglês Justice Society of America) é um grupo de heróis da editora DC Comics, e foi o primeiro grupo de super-heróis a aparecer historicamente nas Histórias em Quadrinhos.

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Os principais heróis da DC individualmente são o Batman, Super Homem, Lanterna Verde, Flash, Arqueiro verde, Mulher Maravilha, as primeiras HQs foram dedicadas a eles, que também compõem a Liga da Justiça.

Batman

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Batman é um personagem fictício, um super-herói. Foi criado pelo escritor Bill Finger e pelo artista Bob Kane, e apareceu pela primeira vez na revista Detective Comics #27 (maio de 1939). Originalmente com o nome “o Bat-Man”, seu alter (significado: Um Segundo Eu) ego é Bruce Wayne

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Superman é um super-herói criado pela dupla de autores de quadrinhos Joe Shuster e Jerry Siegel, sua primeira aparição foi apresentada na revista Action Comics #1 em 1938, seu alter ego (significado: Um Segundo Eu) é Clark Kent/ Kal-el.

DC Comics no cinema

O primeiro filme lançado da DC foi Man of Steel (14 junho de 2013), série de filmes do Super Man. Sinopse: Um rapaz descobre que tem poderes extraordinários e não é deste planeta. Quando jovem, ele viaja para descobrir de onde veio e porque foi enviado à Terra. Mas o herói nele deve emergir se ele é para salvar o mundo da aniquilação e se tornar o símbolo de esperança para toda a humanidade.

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O segundo filme lançado foi dedicado aos principais heróis, Batman vs Superman: A Origem da Justiça (24 de março de 2016). Sinopse: Temendo as descontroladas ações de um super-herói quase Deus, o forte e formidável vigilante de Gotham City assume o papel do reverenciado salvador de Metrópolis, enquanto o mundo discute para decidir qual tipo de herói que realmente precisa. E enquanto Batman e Superman estão em guerra, uma nova ameaça surge rapidamente, colocando a humanidade em um perigo nunca antes conhecido.

Esquadrão suicida (4 de agosto de 2016) o terceiro filme lançado da DC foi um filme que teve a própria trilha sonora, Suck for Pain foi feita pelos artistas Ty Dolla SignLil WayneImagine DragonsWiz KhalifaLogic. Sinopse: Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das “convocadas” por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.

Próximos filmes a serem lançados será Mulher-Maravilha (2017), seguido por Liga da Justiça (2017). Outros filmes estão na pré-produção, esses filmes são: The Flash (2018) e Aquaman (2018), outros filmes estão em desenvolvimento esses são: Shazam! (2019), Ciborgue (2020) e Tropa dos Lanternas Verdes (2020). E outros dois filmes sem título em desenvolvimento pela DC Comics, previsto para estrear em 2018 e 2019.

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